O julgamento do terceiro acusado de envolvimento na execução de um comerciante de açaí teve início na manhã desta quarta-feira, com oitava de testemunhas no Tribunal do Júri.
A primeira a prestar depoimento foi a viúva da vítima, Denize de Paula Soares de Aires. Em seguida, foram ouvidos os policiais militares Sindeval Santos Miranda e Ronaldo Júnior dos Santos, responsáveis pela abordagem e prisão dos ocupantes do veículo apontado pelas investigações como utilizado no crime.
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Durante o interrogatório, o réu negou participação na execução e alegou inocência. De acordo com ele, estava com o policial militar Diego Dias de Souza, proprietário do carro apreendido, apenas para pegar uma carona.
O acusado afirmou ainda que fazia buscas por lojas de materiais de construção para uma obra em sua residência no momento em que entrou no veículo.
Relembre o caso
O crime aconteceu no dia 1º de abril, na rua Oito de Maio, no bairro da Campina, em Icoaraci. Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento em que três homens descem de um carro e efetuam vários disparos contra o comerciante. A vítima morreu ainda no local.
De acordo com familiares, apenas um cordão de ouro foi levado durante a ação criminosa.
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As investigações apontaram que os suspeitos envolvidos no caso são agentes de segurança pública: dois guardas municipais, um policial militar e um vigilante de segurança privada. Três dos acusados foram presos em flagrante. Já o policial militar foi localizado e preso cerca de 19 dias após o crime.
O julgamento segue em andamento







