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Paysandu ainda tenta segurar Pedro Henrique até o fim da Série C

Com R$ 3,4 milhões pagos pelo Flamengo, Pedro Henrique protagoniza a maior negociação da história do Paysandu – Foto: Jorge Luis Totti/PSC

O volante Pedro Henrique poderá não deixar a Curuzu. Pelo menos por enquanto. O atleta desembarcou, ontem, no Rio de Janeiro, para se submeter aos exames médicos de praxe e, em seguida, assinar contrato com o Flamengo-RJ. O clube carioca se dispôs a pagar R$ 3.4 milhões para ter o atleta em seu elenco. Inicialmente, o meio-campista será integrado ao elenco de sub-20 do rubro-negro, para, depois, ser promovido ao profissional. A diretoria do Papão, por sua vez, tenta um acordo com o Flamengo para manter o volante na Curuzu até o final da Série C do Brasileiro, o que parece algo praticamente inviável.

O Paysandu, por intermédio de seu presidente, Márcio Tuma, tenta, também, ter um ganho maior em futuras negociações envolvendo o Flamengo e algum outro clube. Por lei, em caso da transferência do atleta do clube carioca para algum time do exterior, o Papão teria direito a 5%. A direção alviceleste, no entanto, tenta “anabolizar” a porcentagem para 7%. Outra investida que, segundo uma fonte na Curuzu, estaria encontrando resistência por parte dos dirigentes do rubro-negro carioca.

Inicialmente, o Flamengo pagaria R$ 3 milhões dos R$ 3.4 da multa rescisória do contrato do jogador com o Paysandu. Assim sendo, o Papão ficaria com 15% dos direitos econômicos do atleta, com o rubro-negro ficando com os 85%. Mas, depois, em uma nova decisão da diretoria flamenguista, o clube resolveu pagar o valor total da multa e assegurar os 100% da compra dos direitos federativos do atleta. Pedro Henrique segue no Rio de Janeiro e, pelo visto, deve retornar a Belém apenas para providenciar sua mudança e se despedir dos companheiros de Curuzu e da família.

A maior negociação da história do Paysandu

A negociação envolvendo a venda dos direitos federativos do meio-campista ao Flamengo é a maior já realizada pelo Paysandu em mais de 100 anos de história do clube. Até então, a maior transação feita pelo clube envolveu a ida do atacante Marlon para o Gil Vicente, de Portugal. Em 2022, o clube português se dispôs a pagar 350 mil euros pelo atleta, algo em torno de R$ 1.95 milhão em paridade monetária da época. O Paysandu manteve 30% dos direitos econômicos sobre o atacante, o que diferencia o negócio envolvendo o volante Pedro Henrique.

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