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Defesa de Amado Batista rebate acusação de trabalho escravo

Amado Batista é um dos cantores mais populares do Brasil e teve o nome incluído na lista de trabalho escravo. Foto: Divulgação

O cantor Amado Batista e a montadora chinesa de carros elétricos BYD foram incluídos na “lista suja” que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

A atualização foi divulgada nesta segunda-feira, 6, com 169 novos empregadores ao cadastro, o que representa um aumento de 6,28% em relação à última atualização. Desse total, 102 são pessoas físicas (patrões) e 67 são empresas (pessoas jurídicas).

Segundo o Governo Federal, 14 funcionários teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão nas propriedades do cantor. Foram 10 encontrados no Sítio Esperança e quatro no Sítio Recanto da Mata. As ações de fiscalização foram realizadas em 2024.

Defesa se pronuncia 

O advogado de Amado Batista, Mauricio Carvalho, informou ao G1 que não houve resgate de trabalhadores. Ele afirmou que as irregularidades apontadas nas duas propriedades, localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, foram “corrigidas”.

“Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente!”, afirmou o advogado. De acordo com Mauricio, após a fiscalização em 2024, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT). No documento, ele garantiu que “todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas”.

Sobre o Sítio Esperança, utilizado para criação de bovinos para leite, a defesa frisou que foram identificados correções que deveriam ser feitas em relação à moradia e áreas de convivência. Segundo o advogado, as obras já foram feitas e finalizadas.

Quanto ao Sítio Recanto da Mata, a defesa explicou que a fazenda foi “arrendada” pelo cantor para o plantio de milho. Além disso, “foram identificadas irregularidades na contratação de quatro colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada que fora contratada para fazer a abertura da área de plantio”.

As duas fazendas são vizinhas. Na área destinada à produção de leite, a equipe de fiscalização não identificou indícios de trabalho forçado ou degradante. No entanto, posteriormente, foi constatado que as jornadas chegavam a até 18 horas diárias.

Com informações do G1

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