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Na Figueredo aposta em percussão, karaokê, jazz e punk

A turma do Pandeiro Livre inicia a programação desta quinta, dia 2. Foto: divulgação

A partir de quinta-feira, 2 de abril, o Núcleo de Conexões Na Figueredo intensifica a programação cultural e abre espaço para diferentes linguagens artísticas em Belém. O projeto Pandeiro Livre retorna com a segunda oficina de percussão, às 19h, e reforça a proposta de unir arte-educação, bem-estar social e performance musical.

Em seguida, o público participa de um bailão animado, que mistura música ao vivo e discotecagem. O DJ Igor Alves assume o comando da pista às 21h e encerra a noite com repertório voltado ao brega.

Segundo o idealizador do Pandeiro Livre, “a proposta é promover maior interatividade percussiva, envolvendo mais pessoas, e finalizar com um bailão que mistura música ao vivo e discotecagem. O clima é de festa”.

Programação cultural detalhada

Na sexta-feira, 3 de abril, a programação muda de ritmo e aposta na interação com o público por meio do Karaokê (Na)ight, a partir das 20h. O espaço se transforma em ambiente de diversão coletiva, onde os participantes soltam a voz no karaokê e ainda disputam partidas de Just Dance e outros games. Além disso, o happy hour começa mais cedo, às 18h, e oferece promoção de chopp e caipirinha em dobro até as 23h.

No sábado, 4 de abril, a agenda começa ao meio-dia com o Conexão Jazz, que recebe a cantora Alba Mariah. A multiartista sobe ao palco com voz e piano e apresenta repertório marcado por interpretações intensas e presença cênica expressiva.

Alba Mariah no Conexão Jazz, do Núcleo de Conexões Na Figueredo, neste feriadão de Páscoa. Foto: Grazi Caliman

Logo depois, às 18h, o espaço abre as portas para mais uma edição do Pará Punk, evento que reúne cinco bandas da cena punk e hardcore da Região Metropolitana de Belém. O encontro, intitulado “Pará Punk 13: Latin America Anti-Trump”, reúne os grupos K 123, Enxumados, Morfina Punk, Dialetos e Kämbojä em um manifesto coletivo de posicionamento político e cultural.

O organizador Júlio Kamikaze, vocalista e guitarrista da Morfina Punk, afirma que as bandas mantêm a essência do faça você mesmo e utilizam a música como ferramenta de crítica social. “O público pode esperar um verdadeiro manifesto sonoro e político, com o underground paraense se posicionando de forma clara”, destaca. Além dos shows, o evento promove microfone aberto durante os intervalos, o que amplia o debate e fortalece o diálogo entre artistas e público.

Serviço

Quinta-feira (2/04)
Oficina de Percussão – Pandeiro Livre, às 19h
Discotecagem com DJ Igor Alves, às 21h
Entrada franca

Sexta-feira (3/04)
Karaokê (Na)ight – Games Free e Just Dance, às 20h
Entrada franca

Sábado (4/04)
Conexão Jazz com Alba Mariah, às 12h
Couvert: R$ 10

Pará Punk 13: Latin America Anti-Trump, às 18h
Ingressos: R$ 15 (na porta)

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