Um caso ocorrido em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, ganhou repercussão nacional após Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, apresentar sinais de vida durante o próprio velório. Segundo familiares, a jovem teria aberto os olhos e tossido enquanto era velada na Capela Mortuária do Frade, provocando pânico entre os presentes, que deixaram o local assustados.
Após o episódio, parentes acionaram atendimento médico, mas, de acordo com relatos, o profissional de plantão se recusou a comparecer por não ter sido responsável pela constatação do óbito. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, porém, a jovem morreu antes da chegada da equipe.
Repercussão e acusações de negligência
A família acusa negligência médica e afirma que ela não estava morta, mas em estado de coma quando teve o óbito declarado no Hospital Municipal da Japuíba. O caso deve ser judicializado. Em nota, a prefeitura informou que a morte foi confirmada por avaliação clínica e exame de eletrocardiograma após tentativas de reanimação, apontando insuficiência cardíaca associada a infecção.
O episódio também reacendeu discussões nas redes sociais, com hipóteses que vão desde erro médico até a ocorrência de espasmos cadavéricos, fenômeno que pode causar movimentos involuntários após a morte.
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