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Remo tenta corrigir erros para conquistar pontos em sequência longe de Belém

Vitor Bueno sabe que o time remista precisa ter mais atitude e jogar mais bola – Foto: Samara Miranda/Remo

Nas quatro primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro da Série A, por mais que não tenha vencido, o Remo conseguiu disputar de igual para igual com os adversários de então. Mesmo na derrota para o Vitória-BA na estreia, o time azulino teve seus momentos. Os empates contra o Mirassol-SP, Atlético-MG e Internacional-RS foram no mesmo caminho, com alternância de dominância durante os 90 minutos. Mas, na quinta rodada, no jogo de quinta-feira passada, em pleno Mangueirão, o Leão Azul teve um choque de realidade. Ao perder de 2 a 0 para o Fluminense-RJ, que jogou em ritmo de treino, a equipe paraense pode ter tido uma lição preciosa. Voltando à primeira divisão após 32 anos, a adaptação é obrigatória e tem que ser rápida. Se o objetivo principal da temporada é se manter na elite nacional, vai ter que fazer muito mais do que vem fazendo.

Por mais que alguns confrontos sejam de uma disparidade técnica enorme, não dá para mostrar a apatia que houve no último meio de semana. Agora, o Remo terá dois desafios dos mais complicados em jogos seguidos fora de casa. Neste domingo, dia 15, encara o Coritiba-PR, no Couto Pereira. E, na próxima quarta-feira, 18, vai ao Rio de Janeiro (RJ) enfrentar o Flamengo-RJ, no Maracanã. Se a equipe rubro-negra é favorita diante de todos os outros adversários dessa competição, diante do investimento e dos resultados recentes nos últimos anos, o Coxa Branca seria, em teoria, um adversário do mesmo nível, uma equipe que, assim como o Remo, subiu de divisão no ano passado.

Condé tem muito trabalho pela frente no Remo

Mas, enquanto que o começo da equipe paraense tem sido de patinadas, a do time paranaense tem sido de um êxito até surpreendente. O clube do Sul está na 5ª posição, enquanto o do Norte está na zona de rebaixamento. O trabalho do técnico Léo Condé ainda é inicial e ele deixou claro na entrevista após o jogo contra o Fluzão que muita coisa ainda precisa ser feita, inclusive conhecer melhor as peças que tem em mãos. Sem poder inscrever jogadores neste momento, o elenco do Remo é o que há, e é ele que Condé vai ter que utilizar para o jogo deste final de semana. Dificilmente haverá muitas mudanças em relação ao que vem jogando, pelo menos de peças, mas a mudança terá que ser com a atitude.

“Vamos ter muitos jogos com intervalos curtos e todos têm que estar preparados para jogar de uma partida para outra. A gente pretende, sim, botar uma, duas, três peças, muito, sim, por necessidade, mas a gente precisa mais do que botar peças, e eu acho que foi algo que aconteceu muito no início do ano, até por necessidade do treinador ter que oferecer aos atletas”, explicou Condé, falando sobre a utilização da totalidade do elenco remista.

Vítor Bueno cobra mais atitude

Para o meia Vítor Bueno, principal responsável pela criação de jogadas do Remo, é o momento de cada um olhar para o que tem deixado de fazer e como mudar para que o time consiga vencer na competição. “Eu acho que temos que olhar pra dentro de nós e ver onde estamos errando, porque já se passaram cinco rodadas e nós não conseguimos vencer. Alguma coisa está errada, precisamos melhorar, nos doar mais. Domingo tem um jogo e no meio da semana tem outro e precisamos fazer mais”.

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