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Após estreia com derrota, Condé prega paciência e ajustes no Remo

Time remista não consegue se acertar e Condé terá muito trabalho pela frente – Foto: Ricardo Amanajás / Diario do Pará.

Em sua primeira entrevista pós-jogo como técnico do Remo, Léo Condé já teve que dar explicações sobre uma derrota. O treinador azulino ressaltou que o time paraense teve pela frente uma equipe que ele classifica como uma das melhores do país, diante de um time ainda em busca de sua identidade e no meio de uma reformulação de elenco.

“O Fluminense é uma das melhores equipes do país, que mais cresceu nos cinco meses do ano passado. Esse é um time que tem muita posse de bola, e a gente não conseguiu acertar a marcação. Então, realmente, o resultado foi mais do que justo. Vai ser bastante trabalho pela frente, mas nós vamos trabalhar para que a equipe possa se estruturar mais”, disse. “O Remo é uma equipe que está passando por uma reestruturação como um todo, subiu, foi muito rápido da C para a B, e da B para a A. Então, realmente, o desafio é muito grande para todos. Vamos buscar reajustes, temos jogadores que são da temporada passada, muitos chegaram esse ano e a gente já está conversando, e realmente tem uma sensação de necessidade”, completou Condé.

O treinador explicou que tem conversado com os jogadores, pontuado que todos serão observados nas atividades do dia a dia. Condé deixou claro que, diante da urgência da situação, tudo tem que ser feito com mais agilidade. “Vou colocando os meus interesses. Estamos trocando o pneu com o carro em movimento, por isso vamos acelerar os processos. Tanto no aspecto de leitura individual de atletas, como também no aspecto coletivo (…) Às vezes, têm jogadores que casam melhor com o outro. Então, a gente vai observar dentro de campo. Nós vamos observar essas posições. Nós temos que achar um equilíbrio entre as equipes”.

Início de trabalho e desafios futuros

Condé bateu mais de uma vez na tecla de que é apenas um início de trabalho dele e da comissão técnica, e que o Remo é uma equipe que foi praticamente totalmente reconstruída, citando o exemplo do zagueiro Tchamba, que teve poucos dias de treinos e já foi a campo. “Ainda está muito precoce, hoje tenho uma semana de clube. A gente vai observando, mas vai ser com a boa vontade de todos, que fazem parte do clube hoje, e a gente vai conseguir achar o caminho”, afirmou. “Então, agora temos outro jogo difícil contra o Coritiba, que vem fazendo bons jogos também, mas a gente já vai acelerando o trabalho. A gente tem que seguir e fazer as correções necessárias”, finalizou o treinador azulino.

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