A fase classificatória do Campeonato Paraense chega ao fim neste domingo (15), às 15h30, com todos os jogos no mesmo horário. Cametá, Tuna Luso e Clube do Remo já carimbaram vaga nas quartas de final, mas ainda há disputa por posição no G-8 e duas vagas na zona de rebaixamento seguem abertas. Confira pelo que luta cada clube participante.
CAMETÁ
Líder com 11 pontos e invicto, o Mapará entra leve na rodada. Mesmo assim, encara o Águia fora de casa buscando confirmar a melhor campanha. Uma simples vitória garante a ponta sem depender de ninguém. O grande destaque é Luciano Taboca, artilheiro do Parazão com três gols. O time cametaense tem o melhor ataque e a melhor defesa (8-5).
TUNA LUSO
Com 9 pontos, a Lusa aposta no bom momento vivido e vem de três vitórias seguidas, apesar de ter o pior ataque com 3 gols. Diante do lanterna Bragantino, busca a liderança para disputar as quartas e semifinal como mandante. A equipe conta com Paulo Rangel, que marcou duas vezes em três jogos.
CLUBE DO REMO
Invicto e também com 9 pontos, o Leão Azul, atual campeão, recebe o Amazônia Independente no Baenão. Para voltar à liderança, precisa vencer e torcer por tropeços de Cametá e Tuna. Focado na disputa do Brasileirão, o técnico Juan Carlos Osório vem usando uma equipe alternativa no Parazão. Os azulinos são os que mais finalizam em gol competição, com média de 6,33.
CASTANHAL
Com 8 pontos, o Japiim faz confronto direto contra o Capitão Poço. Um triunfo assegura classificação sem depender de outros resultados. No entanto, a equipe aurinegra vem de dois jogos sem vitórias.
CAPITÃO POÇO
A Laranja Mecânica volta a fazer boa campanha, assim como em 2025. Após um começo ruim, O CAP está invicto há três rodadas, soma 7 pontos e sabe que, diante do Castanhal, só a vitória interessa na busca pela vaga nas quartas de final. Empate pode servir, mas exigirá combinação de resultados.
ÁGUIA DE MARABÁ
Também com 7 pontos, o Azulão marabaense encara o líder Cametá no Zinho Oliveira. Se vencer, confirma vaga. Em caso de empate, pode precisar torcer contra rivais diretos. A equipe de Júlio César Nunes tem média de 6 chutes no gol por jogo, sendo a segunda no quesito.
PAYSANDU
Maior campeão do Parazão com 50 títulos, o Papão vive um ano diferente e não vence há três partidas. Com o “caixa baixo”, optou por um elenco com a maioria de jogadores oriundos da base e vem mostrando instabilidade nesta reconstrução. Com 7 pontos, o Papão encara o Santa Rosa em Ipixuna. Dessa forma, a conta é simples: vencer para não correr riscos. Empate pode deixar o Lobo fora do mata-mata. Para comandar a garotada, o principal destaque é o meia Marcinho, melhor jogador da competição até aqui, com nota de 7,7 no Sofascore.
SANTA ROSA
Igualado em pontos com o Paysandu, sabe que a vitória significa classificação; derrota pode custar caro. Na contramão do rival, o Macaco-Prego está há três partidas invicto.
SÃO RAIMUNDO
O Pantera retornou à elite do Parazão nesta temporada e está entre a cruz e a espada. Com 5 pontos, pega o São Francisco, maior rival, e uma vitória pode significar classificação. Mas uma derrota pode decretar o rebaixamento.
AMAZÔNIA
Também com 5 pontos, o Muiraquitã precisa vencer para escapar da queda. Ou seja, uma derrota combinada com vitória de São Francisco ou Bragantino pode rebaixar a equipe, que encara o Leão Azul na rodada. Por outro lado, uma vitória pode garantir as quartas de final, desde que os resultados da rodada ajudem.
SÃO FRANCISCO
Com apenas 4 pontos, o Leão Santareno abre a zona de rebaixamento e encara o maior rival, São Raimundo, no tradicional clássico Rai-Fran: só a vitória interessa.
BRAGANTINO
Por fim, lanterna com 2 pontos, o Bragantino vem sendo a maior decepção da competição. Após um bom Parazão em 2025, a equipe começou o planejamento da temporada em agosto e já demitiu o técnico Mathaus Sodré. Ainda sem vitórias, necessita vencer a Tuna e torcer por uma uma combinação de resultados para evitar o rebaixamento.
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