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domingo, março 15, 2026

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Júnior Rocha exalta jovens e promete raça no Re-Pa

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Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Às vésperas do Re-Pa, válido pela quarta rodada do Campeonato Paraense, o técnico do Paysandu, Júnior Rocha, destacou o peso do confronto e reforçou a confiança no trabalho desenvolvido com um elenco jovem, formado em grande parte por atletas da base.

Para o treinador, a motivação não será um problema no clássico. “Esse tipo de jogo, que é o clássico, tão esperado aqui no estado, é uma das coisas que eu menos me preocupo com a questão motivacional. Obviamente tem que cuidar para não passar do ponto, para a gente começar com 11 e terminar com 11.”

Júnior ressaltou que o ambiente do Re-Pa já é suficiente para mobilizar os atletas. “É um clássico, vai ter estádio cheio, estádio lotado. Isso já motiva.” Mesmo reconhecendo que o Remo deve ter um elenco mais experiente, o treinador bicolor vê o jogo como uma oportunidade importante para os jovens do Paysandu. “Nós temos que continuar é passar confiança para os jovens. É uma oportunidade que talvez, daqui a alguns anos, eles não tenham mais, como a gente está dando agora.”

Foco na Base e Reformulação do Clube

Segundo ele, o uso da base faz parte de um contexto maior do clube. “Não tenho receio nenhum de falar que é um momento de reformulação do clube e de equilíbrio das contas. Todo mundo cobra dar oportunidade para os meninos da base, e é isso que estamos fazendo.”

O técnico também reforçou que, independentemente da idade, o critério principal é a competitividade. “O torcedor cobra raça, cobra vontade, cobra dedicação. Isso vem do atleta. A gente estuda a parte técnica, tática, física e psicológica, mas a competitividade, a alma do jogo, isso vem do jogador. É por isso que estamos valorizando os meninos da base, porque eles têm isso. Pode faltar às vezes técnica, às vezes função, que eles não queiram nos deixar na mão quando o assunto for raça.”

Prioridades Táticas e Confiança no Processo

Júnior explicou ainda que o Paysandu passa por um processo de construção, com foco inicial na organização tática. “No início do trabalho, o foco não é só a parte técnica. A parte tática exige muito, e quando você foca nela, a técnica cai um pouco. Nós estamos automatizando o modelo de jogo.”

Mesmo assim, ele deixou claro que prefere um time sólido a um time vulnerável. “Eu prefiro uma equipe tecnicamente abaixo, mas extremamente organizada, que não seja vulnerável. Depois a gente vai melhorando e desenvolvendo o atleta.”

Por fim, o treinador demonstrou confiança no processo e no ambiente interno do clube. “Nós sabíamos das limitações no início, mas temos nossas convicções. Todo mundo aqui trabalha muito, ninguém está acomodado. Está todo mundo extremamente envolvido com o clube.”

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