O empate em 2 a 2 do Clube do Remo diante do Mirassol, na última quarta-feira (04), no estádio Mangueirão, esquentou o clima nos bastidores azulinos. Depois de construir uma vantagem de 2 a 0 ainda no primeiro tempo, o Leão Azul caiu de rendimento na etapa final e permitiu a reação do adversário, deixando escapar 3 pontos em casa.
Logo após o apito final, em entrevista, o presidente Tonhão comentou a situação do comando técnico e admitiu a pressão sobre o trabalho do treinador Juan Carlos Osório, que vem sendo criticado por mexer demais na equipe.
Confira a entrevista:
Segundo Tonhão, a diretoria realiza avaliações constantes e cobra desempenho compatível com a grandeza do clube. “Todo técnico fica na corda bamba de acordo com os resultados. O Remo precisa ser vitorioso e não pode desperdiçar pontos dentro de casa como aconteceu hoje”, afirmou.
Para o presidente, a postura da equipe no Mangueirão precisa ser mais consistente, especialmente após um primeiro tempo dominante. O tropeço diante do Mirassol, com o placar final de 2 a 2, intensificou as cobranças e colocou o futuro da comissão técnica sob análise da diretoria azulina.
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