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Castro lidera Paysandu e vira destaque no início do Parazão

O zagueiro Castro vem sendo um dos principais nomes do Paysandu neste começo de Campeonato Paraense. Campeão estadual pelo Águia de Marabá em 2023, o defensor chegou ao Lobo como reforço para a temporada e rapidamente se firmou entre os destaques da equipe.

No último domingo (1º), o Lobo venceu o Capitão Poço por 1 a 0, pela segunda rodada do Parazão, na Curuzu. Mesmo reconhecendo que o desempenho ficou abaixo do apresentado na estreia diante do São Raimundo, Castro preferiu valorizar o empenho dos atletas adversários e o crescimento físico do Papão.

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“Acho que estamos no caminho certo. Estamos trabalhando forte e vimos que a parte física está evoluindo. Não saiu ninguém com câimbra ou contusão. Eu, Marcinho, Edilson somos os mais experientes do grupo e estamos sempre conversando com os meninos, dando apoio, liberdade para eles jogarem, reclamarem. O trabalho está no caminho certo”, destacou.

Com o resultado, o Paysandu chega aos seis pontos, segue com 100% de aproveitamento e ocupa a vice-liderança do Grupo B, atrás apenas do Águia de Marabá, que leva vantagem no saldo de gols. O defensor destacou que o elenco trabalha com foco total em cada compromisso, sem antecipar decisões, mesmo com o clássico Re-Pa se aproximando.

“Estamos pensando jogo a jogo e a preparação vem sendo igual para todos os adversários. Estávamos focados no Capitão Poço e agora passamos a pensar na Tuna. A partir de agora já começa nossa recuperação com alimentação, descanso, para conseguirmos fazer um bom jogo contra a Tuna”, ressaltou.

Antes de encarar o Remo no próximo domingo (8), o Paysandu enfrenta a Tuna Luso pela terceira rodada do estadual na quarta-feira (4), às 15h30, no Estrelão, em Augusto Corrêa.

Castro também lembrou da experiência de atuar pelo Águia de Marabá e ressaltou como os confrontos contra clubes da capital costumam ser especiais para quem vem do interior.

“Todos os jogos terão dificuldades. Já estive do outro lado (Águia de Marabá) e todas as vezes que eu vinha para Belém eu dava a vida. Era um prato de comida para mim, então sei como é a cabeça dos meninos que estão do lado de lá e sei como eles veem. É um jogo diferente para eles, pois querem estar aqui no nosso lugar, como um dia eu já quis e hoje graças a Deus eu estou”, explicou.

Vivendo bom momento individual e coletivo, o zagueiro se consolida como uma das lideranças do elenco bicolor neste início de Parazão, com o importante detalhe que a defesa ainda não foi vazada após duas rodadas.



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