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quarta-feira, março 11, 2026

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Material escolar: 7 dicas para economizar na volta às aulas

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O começo do ano letivo costuma trazer aquele misto de empolgação e tensão para famílias brasileiras: enquanto as crianças se preparam para um novo ciclo de aprendizado, os pais se veem diante de uma rotina de contas que não perdoa. Entre listas de material escolar e boletos como IPVA e IPTU, a temporada de janeiro pede mais do que organização – exige escolhas conscientes e planejamento.

Para evitar que o orçamento se desequilibre logo nas primeiras semanas, especialistas reforçam que a economia com materiais escolares precisa ser encarada como um esforço coletivo. A ideia é transformar a compra em uma oportunidade de educação financeira, envolvendo filhos no processo de decisão e estabelecendo limites claros para os gastos.

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COMO ORGANIZAR OS GASTOS?

Segundo o especialista em comportamento do consumidor e planejamento estratégico Sérgio Czajkowski Júnior, a economia nessa fase deve ser uma tarefa compartilhada. “Educação financeira e planejamento orçamentário devem ser obrigações da família. Pais assertivos fazem isso em conjunto com os filhos, conversando sobre limites”, afirma.

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A seguir, sete dicas práticas para equilibrar a lista escolar sem comprometer o orçamento familiar:

1. Recicle o material escolar do ano anterior

Uma tendência forte para 2026 é o maior aproveitamento dos materiais. Pesquisa do Instituto Locomotiva, em parceria com a QuestionPro, aponta que 80% dos pais já reutilizam itens, mostrando que a economia se tornou uma estratégia central das famílias brasileiras.

2. Faça o planejamento com antecedência

Se o 13º salário já foi comprometido, a prioridade é comprar o essencial. Analisar a lista para prever o que será usado imediatamente ou apenas no segundo semestre evita a sobrecarga no saldo familiar e reduz a ansiedade das crianças.

3. Estabeleça um “teto de gastos” com os filhos

Transforme a ida à papelaria em uma aula de educação financeira. O especialista sugere determinar um valor fixo: “Digamos que você tenha R$ 300 para o material. Se quiser uma mochila mais cara, terá que compensar com um caderno mais básico”.

4. Foque na utilidade e durabilidade

Nem sempre o item mais caro é o melhor. Pesquise marcas com qualidade e preços acessíveis, evitando reposições rápidas. Itens neutros e funcionais costumam ser mais baratos e resistem melhor à moda.

5. Proteja o investimento: encape livros e cadernos

A durabilidade é uma forma direta de economia. Plásticos adesivos ajudam a preservar o material por mais tempo, mantendo o uso e permitindo futuras doações ou revendas.

6. Explore o modelo “Omnichannel”

Em 2026, a hibridização do consumo está consolidada. Os pais podem ir à loja física para testar o produto e finalizar a compra online para aproveitar promoções. “As lojas passam a ser espaços de experiência”, destaca Czajkowski.

7. Opte pelo pagamento à vista

Analisar o saldo disponível dá uma visão realista do quanto se pode gastar sem comprometer a renda familiar e evita dívidas no cartão. Muitas lojas oferecem descontos significativos para pagamentos via Pix, débito ou dinheiro, o que pode representar uma economia de até 10%.

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