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Lateral PK quer mais de R$ 500 mil na justiça contra o Paysandu

Em meio ao caos instalado dentro do Paysandu com a renuncia já confirmada de Roger Aguilera no cargo de presidente na tarde desta segunda-feira (22), a crise financeira do Paysandu segue se agravando e ganhou mais um capítulo fora das quatro linhas. O lateral-esquerdo PK se tornou o oitavo jogador que passou pelo clube em 2025 a mover ação trabalhista contra a diretoria bicolor.

O atleta cobra o valor de R$ 523.853,75 em débitos trabalhistasDe acordo com informações apuradas pelo DOL através dos autos processuais, a situação envolvendo PK é semelhante à vivida anteriormente pelo atacante Jorge Benítez. Em ambos os casos, o Paysandu chegou a firmar acordo com os atletas, mas não efetuou o pagamento dos valores estabelecidos, o que motivou o ingresso das ações judiciais.

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A primeira audiência entre PK e o Paysandu está marcada para o dia 25 de fevereiro. O jogador, que não seguirá no clube, já tem destino definido para 2026, quando irá defender o Botafogo-PB. Os problemas, no entanto, não param por aí. Outros atletas que passaram pelo Paysandu também recorreram à Justiça do Trabalho em razão de salários atrasados referentes ao ano de 2024.

Na Justiça do Trabalho de Goiânia, o jogador Ruan Ribeiro ingressou com ação cobrando R$ 198.952,86. Na mesma jurisdição, João Vieira moveu processo no valor de R$ 383.688,54No caso de João Vieira, a primeira audiência já foi realizada, mas não houve acordo entre as partes. Uma nova audiência está agendada para o próximo dia 29 de janeiro.

Cobranças ultrapassam R$ 15 milhões

Os processos se somam a um histórico recente de litígios envolvendo o elenco bicolor. A maior cobrança em andamento é do atacante Rossi, que pede cerca de R$ 5,1 milhões, alegando atrasos salariais, pendências de direitos de imagem, FGTS em aberto e afastamento das atividades de treinamento. Em seguida, aparecem o volante Leandro Vilela, com ação no valor de R$ 4,05 milhões, e André Lima, que move processo superior a R$ 1,6 milhão, em um total de oito atletas que atuaram em 2025 moveram ações contra o Papão.

Além das ações individuais, o Paysandu enfrenta uma multa superior a R$ 1,5 milhão aplicada pela Justiça do Trabalho por atrasos salariais registrados em 2024. A penalidade tem como base um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho em 2008. Com a inclusão da ação movida por PK, o montante total discutido na Justiça do Trabalho envolvendo o Paysandu chega a R$ 14.026.518,26 em ações de jogadores. Ao somar a multa judicial, o valor em debate alcança R$ 15.526.518,26.

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