A utilização, em larga escala, da pele de tilápia como curativo biológico está mais próxima de se tornar realidade.
Um contrato firmado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) com as empresas Biotec vai permitir o desenvolvimento, produção e exploração comercial da pele de tilápia.
O destaque é a fabricação e comercialização de um kit de curativo biológico voltado para queimaduras e feridas em humanos e animais.
A pesquisa sobre o uso da pele de tilápia na medicina regenerativa é desenvolvida por médicos pesquisadores da UFC, desde 2015.
O prazo máximo para início da comercialização do curativo é de cinco anos para humanos e de três anos para animais.
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