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segunda-feira, março 9, 2026

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Ministra Esther Dweck projeta Brasil como exemplo de gestão pública sustentável

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A ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, destacou nesta COP 30 como o serviço público brasileiro está se posicionando como agente de transformação para uma economia mais sustentável.

Nesse contexto, a ministra enfatizou que o Governo Federal tem adotado estratégias inovadoras que combinam compras públicas conscientes e tecnologia para acelerar a transição verde no país.

Compras públicas como indutor de descarbonização

Durante entrevista exclusiva, Dweck enfatizou que o governo brasileiro está implementando uma agenda focada em compras públicas sustentáveis como ferramenta para transformar a estrutura produtiva nacional.

Dessa forma, a ministra explicou que “a gente tanto aprende com empresas quanto a gente também faz colaboração com elas”.

Além disso, a estratégia consiste em priorizar fornecedores que estejam efetivamente implementando soluções de descarbonização e adotando práticas ambientalmente responsáveis.

“É fundamental “induzir os nossos fornecedores, pensar como a gente compra de empresas que, de fato, estão implementando soluções de descarbonização, que estão adotando uma agenda verde”, ressaltou a ministra.

Por conseguinte, ela conta que, se todas as empresas seguissem o mesmo caminho, a mudança na estrutura produtiva seria rápida e significativa. Como explicou Esther Dweck, “esse tipo de ação, que é você mudar como você demanda as coisas, é justamente como a gente vai conseguir acelerar esse processo”.

Tecnologia a serviço da população e do meio ambiente

Paralelamente às compras sustentáveis, Dweck destacou a tecnologia como segundo pilar fundamental da estratégia governamental. Nesse sentido, a ministra defendeu que a inovação tecnológica deve ser utilizada para agilizar e facilitar o apoio do serviço público à população.

Entre os exemplos citados, destaca-se o uso de tecnologias de monitoramento para resposta rápida a desastres climáticos. Assim, com sistemas de identificação e monitoramento de eventos extremos, o governo busca oferecer respostas mais eficazes e tempestivas às comunidades afetadas.

Ecossistema integrado de dados digitais

Simultaneamente, o Ministério de Gestão e Inovação trabalha na criação de um ecossistema de dados digitais que permita conectar informações em todo o território nacional.

Nesse modelo, a proposta é integrar a agenda climática por meio da contribuição e troca de dados digitais entre diferentes órgãos e esferas de governo.

Consequentemente, entre as aplicações tecnológicas em desenvolvimento, destaca-se o uso de inteligência artificial para combater o desmatamento.

“A gente tanto precisa de colaboração das empresas quanto também de propor soluções”, concluiu a ministra, reforçando a importância da parceria entre setor público e privado para enfrentar os desafios climáticos e de gestão sustentável no país.

Estatais brasileiras lideram ação climática internacional

Ademais, o painel “Empresas Estatais Globais e a Ação Climática: da Propriedade Pública à Entrega de Resultados”, realizado na COP 30 com participação do MGI, reforçou o protagonismo brasileiro na agenda climática. No evento, ficou evidente o papel estratégico das empresas públicas na transição ecológica global.

Portanto, as estatais brasileiras têm atuado em áreas essenciais para a transformação sustentável, incluindo energia limpa, mobilidade urbana, agricultura de baixo carbono e investimentos sustentáveis. Em vista disso, o Brasil apresentou um compromisso global pela ação climática, liderado por essas empresas públicas e em parceria com outros países.

Igualmente importante, o encontro internacional demonstrou a força da cooperação entre nações para enfrentar os desafios climáticos do século XXI. Desse modo, o MGI segue mobilizando conhecimento, inovação e articulação institucional para fortalecer a missão pública das estatais e construir caminhos sustentáveis para o futuro.

Em suma, a abordagem apresentada por Esther Dweck posiciona o governo brasileiro como protagonista na transição para uma economia de baixo carbono. A ideia é utilizar o poder de compra do Estado, a inovação tecnológica e o papel estratégico das empresas estatais como alavancas para a transformação sustentável do país.

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