A cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do Batom”, foi levada às pressas na noite de segunda-feira (3) ao Hospital Municipal de Paulínia (SP) após passar mal em sua residência, onde cumpre prisão domiciliar em razão dos atos de 8 de janeiro.
Segundo relatório do Núcleo de Monitoramento de Pessoas (NMP) da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, ela deixou a área permitida de confinamento às 20h38 e só retornou às 3h07 da madrugada seguinte — sem autorização prévia do ministro Alexandre de Moraes.
O documento informa que ela se queixou de intensas dores abdominais e infecção urinária, solicitando atendimento na unidade hospitalar. Os funcionários foram comunicados sobre o uso da tornozeleira eletrônica, mas não teriam concedido atendimento preferencial.
A defesa da ré justificou a saída pela necessidade médica urgente, enquanto o monitoramento apontou descumprimento das medidas da prisão domiciliar. Agora, a situação aguarda avaliação da autoridade que concedeu o regime domiciliar, podendo resultar em revogação da medida e retorno à prisão em regime fechado.
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