A irmã da jovem Penélope — conhecida como “Japinha do CV” — fez um apelo nas redes sociais para que as pessoas parem de compartilhar imagens do corpo da moça após a megaoperação no Complexo do Alemão e Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro.
Segundo a família, o perfil da jovem será mantido para homenagens — com fotos em que Penélope aparece “feliz e sorrindo”. Penélope era apontada pelo Comando Vermelho (CV) como “linha de frente” da facção, e considerada uma “combatente de confiança”.
Ou seja, com papel ativo em combates ou em rotas de fuga, não apenas nos bastidores. De acordo com relatos policiais, ela teria resistido à abordagem e chegou a disparar contra os agentes durante a ação.
Nas redes sociais, ela ostentava armas, aparecia vestindo roupas de camuflagem, colete tático com compartimentos para carregadores de fuzil, o que reforça a atuação agressiva. Em algumas reportagens ela foi chamada de “musa do crime” — o que já indica o quanto a imagem pública era construída ou percebida de forma simbólica.
A Operação e a Morte de Penélope
No momento da operação, a jovem usava roupa camuflada e colete tático, foi morta com um tiro no rosto — ou, segundo algumas fontes, um tiro de fuzil que atingiu a cabeça. Imagens e vídeos do corpo começaram a circular nas redes logo após a ação, o que gerou o pedido da família para cessar sua divulgação.
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