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sexta-feira, março 13, 2026

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Conheça a “Musa do crime” do CV morta com tiro de fuzil em megaoperação no Rio

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Imagem: Reprodução/Redes sociais

Penélope era integrante da Comando Vermelho (CV) e considerada próxima dos principais líderes da quadrilha — em especial de Edgard Alves Andrade (apelidado de “Doca” ou “Urso”).

Conhecida como “Japinha do CV” ou “musa do crime” —, ela foi atingida por um tiro de fuzil na cabeça durante a megaoperação policial que resultou em 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro na última terça-feira

Em redes sociais, ostentava armas e roupas de estilo militar, aparecendo vestida de camuflado, colete tático com compartimentos para carregadores de fuzil e com o símbolo de um urso — referência ao chefe Doca.

A operação e a morte

A ação das forças de segurança ocorreu nas manhãs dos dias 28 e 29 de outubro de 2025 e envolveu centenas de agentes, blindados, helicópteros e confrontos intensos nas comunidades.

Penélope foi localizada após o início dos confrontos. Vestida em trajes bélicos, resistiu à abordagem e trocou tiros com os agentes. Foi atingida por um tiro de fuzil que desfigurou o rosto.

Seu corpo foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade — a identificação foi possível após reconhecimento por familiares que pediram que não fossem divulgadas imagens da vítima.

Contexto da Operação

A morte de Penélope simboliza o papel crescente de mulheres em chefias de facções e na linha de frente das operações criminosas urbanas, o que representa uma evolução da estrutura do narcotráfico no Rio de Janeiro.

A megaoperação se tornou a mais letal da história do estado, com mais de 120 mortos, o que repercute questionamentos sobre os métodos de combate à facção e a letalidade policial.

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