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Mudança de postura foi fundamental para a arrancada do Leão

De desacreditado a candidato ao acesso, o Remo se apoia na força coletiva e no trabalho diário – Foto: Samara Miranda/Remo

“O Remo é pra quem acredita”. A frase dita por parte da torcida azulina foi repetida ontem pelo meia Nathan. Ele destaca que na recuperação remista na competição é preciso olhar para a mudança de postura da equipe em campo. “Desde que o Guto (Ferreira) chegou ele fala que a gente deveria recuperar a identidade do Leão. Então, isso daí vocês podem ver nos jogos que não existe bola perdida”.

O meia dá como exemplo a vitória sobre o Cuiabá-MT, semana passada, fora de casa, quando, segundo ele, o Remo nunca deixou de pensar em vencer mesmo quando estava em vantagem. “E, por mais que a gente estivesse ganhando contra o Cuiabá-MT já de 2 a 1, a gente em todo momento estava buscando o terceiro gol. E fomos felizes, graças a Deus. Agora é continuar assim, pois já vamos ter um jogo muito difícil também. Então, tenho certeza que com a força do grupo a gente vai conquistar outro grande resultado”.

Foco e dedicação no Leão

O jogador lembrou que há algumas rodadas o Clube do Remo estava na 12ª posição e quase ninguém de fora acreditava, mas que dentro do elenco nunca se deixou de acreditar e de trabalhar nesse sentido. Por isso o foco tem que ser o mesmo. “Vocês que acompanham e sabem o quanto que a gente se dedica no dia a dia. Chegar cedo, dar o seu melhor, fazer a recuperação quando acaba o treino. Então, é isso. Quem escolheu essa profissão, quem se dedica tanto, é a oportunidade. A minha vida sempre foi feita de oportunidades. Graças a Deus, eu fui muito feliz muitas vezes e eu tenho certeza que com muito trabalho, se Deus quiser, vou ser de novo”.

Desafios e entrosamento da equipe

Essa recuperação do Leão é creditada, também, à forma como os jogadores têm encarado esse desafio, superando, inclusive, certo desentrosamento por parte de alguns atletas. “As viagens são um pouquinho longas. Então, claro que a gente tenta se comunicar o máximo ali para às vezes combinar algumas jogadas. Às vezes, como tem alguns jogadores que acabaram de chegar, claro que falta um pouquinho de entrosamento ainda, às vezes se peca um pouquinho no último passe, mas eu acho que a gente no dia a dia vai se conhecendo melhor e isso conta como nas viagens que a gente consegue trocar algumas ideias de jogo”.

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