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Flávia Saraiva brilha, mas fica em 4º no Mundial de Ginástica

Em uma apresentação marcada pela precisão e serenidade, Flávia Saraiva mostrou mais uma vez por que é uma das maiores referências da ginástica artística brasileira. Na manhã deste sábado (25), em Jacarta, na Indonésia, a atleta de 26 anos abriu a final da trave no Mundial de Ginástica Artística e chegou a sonhar com o pódio até o último instante. Faltaram menos de três décimos para a conquista de uma medalha.

A chinesa Zhang Qingying confirmou o favoritismo e ficou com o ouro, seguida pela argelina Kaylia Nemour e pela japonesa Aiko Sugihara, que completaram o pódio. Mesmo fora das medalhas, Flavinha deixou a arena ovacionada, emocionando o público com uma série cravada e executada com elegância — sua melhor performance na trave em competições mundiais adultas.

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Vice-líder na classificatória, Flavinha havia somado 13,833 pontos (5,5 de dificuldade) e elevou sua nota de partida na final para 5,7, ao incluir uma nova ligação de movimentos — um detalhe técnico que mostra sua ousadia em buscar evolução mesmo diante das rivais com séries mais complexas.

Com 8,200 em execução, a segunda melhor nota da final, Flávia somou 13,900 pontos e ficou na quarta colocação, muito próxima do bronze de Sugihara (14,166). As medalhistas tiveram notas de dificuldade mais elevadas, o que fez a diferença na pontuação final:

  • 1 – Zhang Qingying (China) – 15,166 pontos (6,9 de dificuldade)
  • 2 – Kaylia Nemour (Argélia) – 14,300 pontos (6,2)
  • 3 – Aiko Sugihara (Japão) – 14,166 pontos (6,0)
  • 4 – Flávia Saraiva (Brasil) – 13,900 pontos
  • 5 – Ellie Black (Canadá) — 13,600
  • 6 – Amanda Yap (Singapura) — 13,333
  • 7 – Sabrina Voinea (Romênia) — 12,533
  • 8 – Dulcy Caylor (EUA) — 11,800

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