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ASSISTA: Análise do VAR escancara lance polêmico do Paysandu

O Paysandu foi derrotado por 2 a 0 pelo CRB no último sábado (30), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela Série B do Campeonato Brasileiro. No entanto, o resultado em campo acabou ofuscado por um lance polêmico ocorrido no segundo tempo, quando a equipe paraense ainda perdia por 1 a 0. Nos minutos finais, um possível pênalti a favor do Paysandu gerou discussão entre a arbitragem e o VAR, mas acabou não sendo marcado.

No lance, o jogador do Paysandu Leandro Vilela foi tocado dentro da área e  derrubado após contato com o zagueiro número 44 do CRB. A árbitra Edina Alves Batista (SP) inicialmente não marcou a infração, mas foi chamada na cabine do VAR, operada por Elmo Alves Resende Cunha (GO), para revisar o lance em vídeo. O diálogo entre os dois, divulgado posteriormente pela CBF, mostra que o VAR considerou “indícios claros de penalidade”.

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Durante a revisão, Elmo chega afirmar que o jogador do Paysandu estica a perna em direção à bola e que o defensor do CRB chega atrasado, acertando o tornozelo do atacante por trás. Em uma das falas, ele descreve: “A chuteira vermelha, do jogador do Paysandu, está na frente. O jogador do CRB acerta por trás.” Edina, no entanto, mesmo após a análise minuciosa quadro a quadro, não considerou o contato suficiente para marcar o pênalti. “Para mim, não é pênalti”, concluiu a árbitra após checagem no monitor.

A decisão gerou revolta por parte dos jogadores e da comissão técnica do Paysandu, que entenderam que a infração foi clara e poderia ter mudado o rumo da partida. Com a não marcação do pênalti, o jogo seguiu e o CRB ainda ampliou o placar, garantindo os três pontos em casa. O Paysandu, por sua vez, segue pressionado na tabela e lamenta não apenas a derrota, mas a chance clara que poderia ter lhe dado o empate. 

VEJA A ANÁLISE DO VAR SOBRE O LANCE



CLAUDINEI DETONOU ARBITRAGEM

Após a derrota por 2 a 0 para o CRB, o técnico do Paysandu, Claudinei Oliveira, avaliou o desempenho da equipe e criticou duramente a arbitragem de Edina Alves Batista, especialmente na decisão de não marcar um pênalti nos minutos finais. Segundo ele, o lance com Leandro Vilela foi claro, e a não marcação prejudicou emocionalmente o time.

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“Foi um pênalti claro. Vilela protege a bola com o pé, o adversário o chuta, e a árbitra, mesmo com o VAR, não deu. Nos prejudicou terrivelmente. A gente poderia ter empatado, mas não tivemos essa chance”, justificou Claudinei. 

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