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Thiago Nigro revela motivo da comunhão total de bens com Maíra Cardi

Quando o amor se une ao patrimônio, o contrato não é apenas emocional, é também jurídico. E embora muitas pessoas só se deem conta disso no momento de uma separação ou disputa familiar, o regime de bens escolhido no casamento define desde já quem é dono do quê. Entre a comunhão parcial de bens, mais comum no Brasil, e a comunhão total, cada escolha revela uma postura diante do relacionamento, e, em alguns casos, até um posicionamento ideológico.

Foi exatamente isso que o coach de finanças Thiago Nigro, 34 anos, conhecido como “Primo Rico”, quis destacar ao revelar aos seus seguidores que se casou com a influenciadora Maíra Cardi, 41, em comunhão total de bens. O anúncio foi feito nas redes sociais, onde Nigro refletiu sobre amor, união e interesses financeiros no casamento.

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“O casal não tem que ser parceiro, tem que ser um só. Eu casei em comunhão total de bens. Tudo o que eu tinha antes é nosso, tudo o que ela tinha antes é nosso”, explicou.

Segundo ele, essa foi uma decisão consciente e baseada em valores que passaram a guiá-lo nos últimos anos. “Acredito que uma família precisa caminhar na mesma direção, sem conflitos de interesse. Não faz sentido meu corpo ser dela e o dinheiro não ser”, disse, numa tentativa de desmistificar a separação entre amor e finanças.

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Além da filosofia pessoal, Thiago mencionou também os riscos legais e trabalhistas que podem atingir o patrimônio de um casal: “Quando você tem um problema grande no Brasil, muitas vezes ele atinge também o cônjuge.”

Afinal, qual a diferença entre os regimes de bens?

  • Comunhão parcial de bens: É o padrão no Brasil. Tudo que o casal adquire durante o casamento é compartilhado, mas o que foi conquistado antes permanece individual.
  • Comunhão total de bens: Todos os bens e dívidas, adquiridos antes ou durante o casamento, tornam-se comuns aos dois.
  • Separação total de bens: Cada um mantém sua total independência patrimonial, sendo essa a única opção obrigatória por lei no caso de pessoas com mais de 70 anos, segundo o Código Civil.

A escolha de Thiago e Maíra é incomum, especialmente entre casais ricos e famosos, que costumam adotar a separação de bens como forma de preservar o patrimônio individual. Ainda assim, a atitude do casal levantou debates nas redes sociais sobre confiança, entrega e, claro, o verdadeiro significado do casamento.

“Quando você casa, assina um contrato sobre o que vai acontecer com o dinheiro depois da separação, mas não assina nada que diga que vai amar pra sempre. Então, será que o casamento é sobre dinheiro ou é sobre amor?”, provocou Thiago.

Para ele, o amor que compartilham também se expressa na forma como lidam com o dinheiro: sem divisão, sem reservas.

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