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Turma em formação do Corpo de Bombeiros tem aula prática de rapel na Torre da RBA

A adrenalina tomou conta da Torre da RBA, em Belém, durante uma atividade prática do curso de formação de oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Pará. Com 122 metros de altura, a estrutura foi cenário de um treinamento de rapel realizado por 28 cadetes, que colocaram em prática técnicas de salvamento em altura.

A atividade marcou o encerramento da disciplina de Estratégia e Tática de Salvamento em Altura, que integra a formação dos futuros oficiais da corporação. Ao todo, a disciplina possui 200 horas-aula, sendo 50 horas dedicadas à etapa que foi concluída na torre.

Além dos 28 alunos que participaram das descidas, a atividade contou com uma equipe de 10 profissionais na coordenação.

Treinamento prepara futuros oficiais para situações de risco

Segundo o tenente-coronel Aluiz, responsável pelas informações sobre a atividade, o treinamento na Torre da RBA faz parte da etapa final da formação dos oficiais. A estrutura costuma receber os alunos quando uma turma está próxima da conclusão do curso.

A atividade também pode contar com a participação de alunos soldados em outras ocasiões.

“Nós estamos aqui fazendo uma atividade do curso de formação de oficiais da turma 15 do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, dentro da disciplina de estratégia e tática de salvamento e altura. Então, aqui já é o encerramento dessa disciplina. Foram 50 horas-aulas, mas no total são 200 horas-aulas”, afirmou o tenente-coronel.

Para os cadetes, enfrentar a altura é um desafio que exige preparo técnico e controle emocional, habilidades fundamentais para o trabalho dos bombeiros em ocorrências de salvamento.

Altura testa preparo técnico e emocional

A cadete Maria, que já integra a carreira de praça do Corpo de Bombeiros e atualmente participa da formação para se tornar oficial, destacou a importância da experiência para superar os desafios da profissão.

Segundo ela, a altura da torre está fora do padrão habitual de treinamento e exige ainda mais concentração e controle durante a execução das técnicas.

A militar também comemorou a conclusão da atividade pelos 28 cadetes e ressaltou que a experiência representa mais uma etapa importante da preparação para servir à sociedade paraense.

“A altura aqui da torre, ela é uma altura bem fora do nosso padrão, então ela desafia bastante, nosso controle emocional, nosso controle técnico também. A gente é testado e foi executado com sucesso, graças a Deus, 28 cadetes fizeram a descida, se Deus quiser nós possamos aí prestar um bom serviço à sociedade paraense”, disse Maria.

A formação dos futuros oficiais segue com o objetivo de preparar os profissionais para enfrentar situações complexas, nas quais o conhecimento técnico e o equilíbrio emocional podem fazer a diferença no atendimento à população.

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