Os resultados do segundo turno das eleições de 2026 entre os brasileiros que vivem na Ásia e na Oceania repetiram o cenário observado na primeira etapa da disputa. O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu na Austrália, na China e na Nova Zelândia, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) conquistou a maioria dos votos no Japão.
Na Austrália, Lula recebeu 5.290 votos, contra 2.934 de Flávio Bolsonaro. Em comparação com o primeiro turno, o candidato petista conquistou pouco mais de 700 votos adicionais, enquanto o representante do PL ampliou sua votação em 355 votos.
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Flávio venceu em apenas uma seção eleitoral australiana. Na urna de número 1963, localizada em Sydney, o candidato do PL recebeu 113 votos, dois a mais que Lula, que obteve 111. Nas demais seções do país, o petista ficou à frente.
Lula vence na China
Na China, Lula também terminou o segundo turno na liderança, com 375 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 134. A diferença entre os candidatos manteve uma proporção semelhante à registrada no primeiro turno, embora ambos tenham ampliado a quantidade de votos recebidos.
O resultado confirmou a preferência dos eleitores brasileiros no país pelo candidato do PT.
Flávio Bolsonaro vence no Japão
No Japão, terceiro país com o maior número de eleitores brasileiros no exterior, Flávio Bolsonaro obteve uma vitória expressiva. O candidato do PL recebeu 28.543 votos, enquanto Lula somou 7.141.
Flávio venceu em todas as regiões japonesas, repetindo o desempenho registrado no primeiro turno.
O candidato do PL também conquistou a maioria dos votos nas Filipinas, onde recebeu 39 votos, contra 27 de Lula. Já em Singapura, o petista venceu com 213 votos, enquanto Flávio obteve 81.
Portugal e Estados Unidos ainda tinham urnas abertas
Até o momento do levantamento divulgado, os dois países com os maiores contingentes de eleitores brasileiros no exterior, Portugal e Estados Unidos, ainda não haviam encerrado a votação de domingo (25).
Neste ano, 918.876 brasileiros estavam aptos a votar fora do país, número que representa pouco mais de 0,5% do eleitorado brasileiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).






