O fisiculturista polonês Mateusz Chmura, de 33 anos, morreu no último domingo (18) após desmaiar em cima do palco durante uma competição na Inglaterra. A causa da morte não foi divulgada até o momento.
Chmura disputava as finais da categoria Classic da Physical Culture Association (PCA) quando o incidente ocorreu. Paramédicos presentes no evento prestaram os primeiros socorros ao atleta ainda no local.
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Em seguida, ele foi transportado de ambulância para uma unidade de saúde em Telford, na Inglaterra, onde veio a morrer.
A PCA publicou um comunicado nas redes sociais para lamentar a morte do competidor. Além disso, a organização desejou força aos familiares de Chmura e agradeceu os paramédicos que atuaram no atendimento imediato.
A morte de Mateusz Chmura não é um caso isolado. De fato, o fisiculturismo registra uma série de mortes em 2026, o que levanta preocupações sobre a saúde dos atletas da modalidade.
Um exemplo recene é da fisiculturista e advogada chilena morreu em 14 de outubro de 2026, após competir no Mr. Olympia na categoria Women’s Physique.
Além dela, outros deixaram o esporte, como:
- Mailson Araújo (35 anos): morte súbita em 13 de julho;
- Gabriel Ganley (22 anos): encontrado morto em São Paulo em maio de 2026, com laudo apontando cardiomiopatia hipertrófica associada ao uso de anabolizantes;
- Edson da Silva Ferreira (40 anos): infarto;
- Wanderson da Silva Moreira (30 anos): parada cardiorrespiratória em 2026.
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Por ora, a PCA não informou se vai retomar ou cancelar as próximas etapas do calendário competitivo. Sobretudo diante desse cenário, cresce o debate sobre protocolos de segurança e saúde no fisiculturismo profissional.






