O jogador Neymar Jr. virou alvo de críticas nas redes sociais após reagir com um emoji de risada a uma publicação que ridicularizava uma mulher durante uma manifestação em homenagem à vereadora Marielle Franco. A interação, registrada neste sábado (17), repercutiu entre internautas, que reprovaram a reação do atleta ao conteúdo.
O vídeo mostra uma manifestante segurando um cartaz enquanto participantes do ato repetem a expressão “Marielle, presente”, utilizada para homenagear a vereadora e o motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018, no Rio de Janeiro.
Na sequência, a gravação congela a imagem da mulher e exibe a frase: “Marielle, presente. Prestobarba, ausente”, em referência aos pelos corporais da manifestante. O deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro Rafael Satiê (PL) também aparece debochando da aparência dela.
“É muito cabelo no suvaco dessa garota, cara. Que loucura!”, diz Satiê no vídeo. Neymar reagiu à publicação com um emoji de gargalhada, gesto que motivou críticas de usuários das redes sociais.
Internautas criticam reação de Neymar
Repercussão e críticas nas redes sociais
A interação do jogador provocou comentários de reprovação na rede social X. Uma internauta criticou a postura do atleta e escreveu: “Que caráter deplorável. Trai a esposa, sonega impostos e promove apostas. Acha que tem o direito de zombar de alguém! A única coisa que você tem é dinheiro! Fracassado! Repugnante!”
Outro usuário também atacou o jogador: “Realmente, ele não presta em nada, nem como homem, muito menos como jogador de futebol, que só dança no campo!” Um terceiro comentário ironizou o atleta com a expressão “joelho de paçoca”.
As manifestações de usuários ocorreram após a repercussão da reação de Neymar ao vídeo. Até as informações apresentadas no material original, não havia registro de posicionamento do jogador sobre as críticas.
Relembre o assassinato de Marielle Franco
Assassinato de Marielle Franco: Relembre o caso
Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, na região central do Rio de Janeiro. A vereadora voltava de um evento voltado a mulheres negras, na Lapa, acompanhada do motorista Anderson Gomes e da assessora Fernanda Chaves.
O carro em que estavam foi interceptado por outro veículo, de onde partiram os disparos. Marielle e Anderson morreram, enquanto Fernanda sobreviveu ao ataque.
As investigações apontaram os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como mandantes do crime. Ronnie Lessa foi identificado como autor dos disparos, e Élcio de Queiroz, como motorista do veículo utilizado no atentado.
Em fevereiro de 2026, segundo as informações do material original, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou cinco réus envolvidos no planejamento e na execução do assassinato.
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