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Homem é assassinado com seis tiros após perder aposta eleitoral envolvendo caminhonete no Pará

Antônio Jardim Gomes foi morto em Novo Repartimento após discussão sobre o resultado das eleições presidenciais. Ananias Sotero de Oliveira é apontado como suspeito e procurado pela polícia.

Uma aposta sobre o resultado das eleições presidenciais terminou em assassinato na noite do último domingo (4), no distrito de Belo Monte do Pará, zona rural de Novo Repartimento, no sudeste paraense. Antônio Jardim Gomes foi morto a tiros após, segundo a investigação preliminar, se recusar a entregar uma caminhonete que havia colocado em uma disputa financeira relacionada ao primeiro turno. O principal suspeito é Ananias Sotero de Oliveira, que fugiu após os disparos.

Aposta eleitoral motivou o crime

De acordo com a Polícia Civil do Pará, Antônio teria apostado o próprio veículo na vitória de um candidato à Presidência da República ainda no primeiro turno. Como o resultado esperado não se confirmou, o outro participante procurou a vítima para cobrar o pagamento da aposta.

O encontro terminou em discussão. Testemunhas relataram que Antônio se recusou a entregar as chaves da caminhonete e que Ananias teria sacado uma arma de fogo, efetuando aproximadamente seis disparos. A vítima morreu no local.

A Delegacia de Novo Repartimento instaurou investigação para esclarecer as circunstâncias do homicídio e identificar a responsabilidade criminal pelo ataque. Até as últimas informações divulgadas, o suspeito não havia sido localizado.

Detalhes da aposta e envolvidos

Informações publicadas pelo jornal Correio de Carajás, com base em relatos de testemunhas, indicam que a disputa teria envolvido uma caminhonete de propriedade de Antônio e R$ 10 mil oferecidos por Ananias.

Segundo essa versão, Antônio apostou na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto Ananias teria escolhido Flávio Bolsonaro. A disputa estaria relacionada ao desempenho dos candidatos nas urnas.

A corporação confirmou a relação do homicídio com uma aposta eleitoral, mas não identificou publicamente os candidatos envolvidos nem especificou os valores negociados.

A investigação deverá esclarecer as condições do acordo e determinar como a cobrança evoluiu para a violência.

Antônio Jardim Gomes foi morto a tiros em Belo Monte do Pará, distrito de Novo Repartimento, após discussão relacionada a aposta eleitoral. Crime ocorreu no domingo, 4 de outubro, após o primeiro turno das eleições presidenciais, e está sendo investigado pela Polícia Civil do Pará.

Local do crime e vestígios

O distrito de Belo Monte do Pará fica na zona rural de Novo Repartimento, município do sudeste paraense. Segundo o Correio de Carajás, o homicídio ocorreu em um bar da comunidade, localizada a aproximadamente 130 quilômetros da sede municipal.

A reportagem regional informou que o corpo foi encontrado na área externa do estabelecimento. Testemunhas teriam entregado aos policiais cinco estojos de munição calibre 9 milímetros recolhidos após o crime.

Outras publicações, incluindo a reportagem do UOL, apontam que o suspeito procurou a vítima em sua residência para cobrar a aposta. As versões divergem quanto ao local do confronto, circunstância que ainda precisa ser esclarecida oficialmente.

O corpo de Antônio foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Tucuruí para os procedimentos periciais.

Uma caminhonete foi colocada como prêmio em aposta sobre a eleição presidencial, segundo informações preliminares divulgadas pela polícia. Ananias Sotero de Oliveira é apontado como suspeito de efetuar os disparos contra Antônio Jardim Gomes e fugiu depois do assassinato no Pará.

Busca pelo suspeito e investigação

Ananias Sotero de Oliveira foi identificado como suspeito do assassinato. Após o ataque, ele deixou a comunidade e passou a ser procurado pelas forças de segurança. A caminhonete que motivou a discussão permaneceu no local, trancada e sem as chaves.

Há, porém, uma versão divergente segundo a qual o suspeito teria deixado a região levando o veículo. Não há confirmação oficial dessa informação, e a localização definitiva da caminhonete deverá ser esclarecida pela investigação.

A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e preservar o local. A Polícia Civil solicitou exames periciais e iniciou a coleta de depoimentos para reconstruir a sequência dos acontecimentos.

Homicídio doloso e apoio da população

Em nota divulgada à imprensa, a Polícia Civil confirmou a investigação do caso como homicídio doloso, quando há intenção de matar.

“A Delegacia de Novo Repartimento investiga o caso como homicídio doloso. Segundo informações preliminares, a vítima foi alvo de disparos de arma de fogo após perder e se recusar a cumprir uma aposta referente ao resultado do primeiro turno do pleito eleitoral”, informou a corporação.

A apuração deverá analisar os depoimentos, os vestígios encontrados na cena do crime e os resultados das perícias para esclarecer a motivação e a dinâmica dos disparos.

A identificação de Ananias como suspeito não representa condenação. A responsabilidade criminal dependerá das provas reunidas no inquérito e de eventual processo judicial.

População pode ajudar nas buscas

A Polícia Civil pede informações que possam contribuir para localizar o suspeito e esclarecer o homicídio. As denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque-Denúncia, no número 181, ou pelo WhatsApp da atendente virtual Iara, no número (91) 3210-0181.

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