O Remo encara o Grêmio nesta quarta-feira como mais um compromisso decisivo na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Vice-lanterna da Série A, com 23 pontos, o Leão Azul não vence há oito rodadas e precisa reagir para diminuir a distância para o primeiro time fora da zona de rebaixamento. O Grêmio ocupa a 17ª colocação, com 29 pontos, e chega ao confronto após empatar com o Palmeiras.
Diante do cenário, o meia Patrick pediu uma postura diferente do Remo na reta final da competição. Para o jogador, independentemente do adversário ou de quem esteja no comando das equipes, o foco precisa estar no próprio desempenho. “Independentemente de quem vai ser o treinador, da forma que eles estão no momento, acho que a gente tem que pensar na gente, no nosso prato de comida”, afirmou.
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No primeiro turno, Remo e Grêmio fizeram um confronto equilibrado, especialmente no primeiro tempo. O time paraense criou oportunidades para abrir o placar, mas teve um jogador expulso e acabou prejudicado pela inferioridade numérica. “Foi o jogo em que a gente mais teve chance de vencer, principalmente no primeiro tempo, mas infelizmente a bola não entrou. A gente competiu, ficou com um a menos e fez um jogo bastante aguerrido”, lembrou.
Durante a pausa do campeonato, o Remo teve tempo para trabalhar aspectos físicos e táticos e assimilar as ideias do técnico Thiago Carpini. Patrick avaliou positivamente o período de preparação e espera que o trabalho seja transformado em desempenho dentro de campo. “Você tem que criar volume ofensivo, tem que ter a posse, sofrer o menos possível para poder vencer os jogos. Todo jogo tem que ser como uma final”, afirmou.
Patrick mantém confiança na permanência
Apesar da sequência negativa e da posição na tabela, Patrick afirmou que o elenco continua acreditando na possibilidade de reação. “Enquanto tiver 1%, tenho certeza de que a gente vai lutar, vai batalhar, vai se dedicar. Ainda depende da gente. Capacidade a gente já mostrou que tem para fazer grandes jogos, até contra grandes equipes”, disse.
Para o meia, a posse de bola precisa estar acompanhada de criação de oportunidades e presença ofensiva. Jogando em casa, ele considera que o Remo precisa assumir o controle da partida e diminuir os espaços para o adversário. “Dentro de casa, junto com a nossa torcida, isso tem que ser muito importante, tem que ser uma característica nossa, para que a gente possa dominar as partidas e concluir em gols”, declarou.
Por fim, o jogador reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo Remo, mas destacou que ainda há jogos pela frente e que o grupo precisa se fortalecer mentalmente. ” É se fortalecer mentalmente e se tornar uma força homogênea para conquistar as vitórias de que precisamos para sair dessa situação”, concluiu.






