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Apesar da derrota, Paysandu bate recorde de público da Série C

Mesmo com a derrota por 1 a 0 para o Maringá, o Paysandu teve algo para comemorar fora de campo neste sábado (29), além da classificação. A torcida bicolor compareceu em peso ao Mangueirão, na última rodada da primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro, e estabeleceu o maior público pagante da competição na temporada de 2026.

De acordo com o borderô oficial da partida, 41.405 torcedores estiveram presentes no estádio, sendo 37.887 pagantes. O número supera com larga vantagem o antigo recorde da Série C, que pertencia ao confronto entre Santa Cruz e Figueirense-SC, com 24.730 pagantes.

CONTEÚDOS RELACIONADOS

A diferença é de 13.157 torcedores em relação à marca anterior. Com isso, o duelo entre Paysandu e Maringá passa a liderar o ranking de maiores públicos pagantes da Série C em 2026.

Antes da última rodada, o Paysandu aparecia com três partidas entre os dez maiores públicos da competição. O jogo contra o Confiança-SE havia levado 9.515 pagantes, enquanto os confrontos diante de Anápolis-GO e Brusque-SC registraram 8.636 e 8.176, respectivamente.

Torcida fez a sua parte

A grande presença da Fiel aconteceu em um jogo decisivo para o futuro do Paysandu na competição. Com ingressos a partir de R$ 10, o clube mobilizou a torcida para a última partida da primeira fase, e o Mangueirão recebeu uma das maiores festas do futebol paraense em 2026.

O público de 41.405 presentes também colocou Paysandu x Maringá entre os maiores públicos do Mangueirão na temporada. A partida ficou em quarto lugar no ranking geral do estádio.

O primeiro lugar pertence ao clássico entre Remo e Paysandu, pela final do Campeonato Paraense, que teve 46.809 torcedores.

Renda ultrapassa R$ 1,1 milhão

A presença da torcida também teve impacto direto nos cofres do Paysandu. O jogo contra o Maringá gerou R$ 1.180.482 de renda bruta.

Após o pagamento das despesas, o clube ficou com aproximadamente R$ 782 mil. Os custos totais da partida chegaram a R$ 398.163,82.

Entre as principais despesas registradas no borderô estão R$ 60 mil pelo aluguel do Mangueirão, R$ 59 mil destinados à Federação Paraense de Futebol, referentes aos 5% da renda bruta, e outros R$ 59 mil de INSS patronal.

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