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Eduardo mira acesso no Paysandu: “Cada jogo é uma final”

O lateral-direito Eduardo Ribeiro chega ao Paysandu com a missão de ajudar o time na reta decisiva da Série C do Campeonato Brasileiro. Apresentado em Sorocaba-SP, o jogador destacou o peso da camisa bicolor e a responsabilidade de buscar o acesso.

“Primeiramente, agradecer a Deus pela oportunidade de estar vestindo essa camisa tão pesada que é a do Paysandu. Fico feliz com o contato do clube para poder representar nessa reta final da Série C e espero poder contribuir o máximo que eu puder”, destacou.

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Aos 25 anos, Eduardo estava no Maguary-PE, onde disputou 25 partidas e marcou cinco gols em 2026. O desempenho ao longo da temporada foi apontado pelo próprio jogador como um dos fatores que despertaram o interesse do Papão.

“Eu acho que uma partida, um momento específico, não. O futebol em si é feito de constância. Não adianta você ser muito bem em um jogo e no outro ser abaixo. Então, essa constância durante o ano provavelmente chamou a atenção do Paysandu e eu espero mantê-la aqui também”, ressaltou.

Disputa pela lateral

No elenco bicolor, Eduardo terá a concorrência de Edilson, jogador que já está consolidado na posição e possui uma longa trajetória no clube. O novo reforço, porém, vê a disputa como uma oportunidade de aprendizado.

“O Edilson é um cara muito tranquilo no dia a dia. Como você mesmo frisou, é um cara já há muito tempo no clube. Eu pretendo não só contribuir da forma que eu puder, mas também aprender com um jogador tão renomado e que, sem dúvidas, vai ser ídolo desse clube que é gigante”, pontuou.

Eduardo também revelou que pode atuar mais avançado pelo lado direito caso seja necessário. Segundo ele, a experiência na função aconteceu em outros clubes e aumenta as possibilidades dentro do elenco.

“Eu já trabalhei com alguns treinadores em outros clubes também de ponta direita, na linha da frente. E acho que sim. Da maneira que o professor precisar, eu vou estar à disposição e vou tentar dar o meu melhor”, explicou.



Atenção após goleada

A chegada do lateral acontece poucos dias depois da derrota por 4 a 0 para a Ferroviária, resultado que aumentou a pressão sobre o Paysandu na luta pela classificação. Para Eduardo, o principal ajuste está na postura durante os minutos iniciais das partidas.

“Eu acho que, sem dúvidas, é ter mais atenção, principalmente nos primeiros minutos. Toda equipe que vem jogar contra o Paysandu vem com a sede de querer vencer, uma sede de querer talvez até estar no nosso lugar”, comentou.

O jogador ressaltou que o elenco bicolor já demonstrou capacidade de reação ao longo do ano, mas entende que começar as partidas em vantagem pode evitar situações de maior dificuldade.

“Se puder começar ganhando e terminar ganhando, é o melhor, né?”, exclamou.

“Cada jogo é uma final”

Com apenas duas rodadas restantes na primeira fase da Série C, Eduardo chega justamente no momento em que o Paysandu precisa confirmar a presença no G-8 da Terceirona.

“Eu acho que só de estar vestindo essa camisa já é uma responsabilidade muito grande. E, como já foi frisado, cada jogo é uma final, não só essas duas próximas, mas também no quadrangular final, que pode nos dar o acesso”, falou.

O lateral afirmou que pretende manter o mesmo nível de entrega que apresentou durante a temporada para contribuir com o objetivo bicolor.

“Eu pretendo encarar com o máximo de profissionalismo possível e dar o meu sempre, que é isso que me trouxe até aqui e é isso que, sem dúvidas, vai fazer com que esse elenco consiga o tão sonhado acesso”, expressou.



Pronto para estrear

Eduardo também chega ao Paysandu com bom retrospecto físico. Ele participou de 25 jogos pelo Maguary em 2026 e atuou durante os 90 minutos em 24 deles.

“Eu particularmente sou um jogador de uma resistência muito boa fisicamente. Então, ao longo do ano, eu pude demonstrar isso. Foram 25 jogos, onde em 24 eu joguei o tempo todo, e isso é até um privilégio. Quando o professor puder contar comigo, eu estarei à disposição e tentarei ajudar da melhor forma”, ponderou.

Para o novo reforço, defender o Paysandu representa o maior desafio da carreira até aqui.

“O Paysandu não só é a camisa mais pesada que, até o momento, eu vesti, como também reúne grandes jogadores. Então, se hoje o Paysandu está acreditando em mim, é porque eles acreditam que eu posso ser um grande jogador. Eu vou tentar mostrar isso dentro de campo quando eu puder, seja em cinco minutos, seja em 10 minutos ou até mais. E, sem dúvidas, a Fiel vai ser muito feliz com esse elenco ainda, do que já tem sido durante o ano”, finalizou.

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