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“Não vou pra casa pra apanhar”: mulher é salva de agressão em Belém; assista

Mulher recebeu ajuda de moradores após denunciar agressões e se recusar a voltar com o companheiro no bairro do Umarizal.

A agressão contra uma mulher de 29 anos mobilizou moradores do bairro do Umarizal, em Belém, na noite da última sexta-feira (31). Segundo as informações disponíveis, ela teria sido atacada pelo próprio companheiro e conseguiu pedir socorro ao sair de um carro em frente a um restaurante. Ao perceber que o suspeito tentava obrigá-la a retornar ao veículo, a vítima gritou: “Não vou pra casa pra apanhar”.

Violência doméstica e pedido de socorro

A violência teria começado após uma discussão motivada por mensagens encontradas no celular do homem. Durante o episódio, a mulher teria sofrido socos, mordidas e empurrões. Depois de conseguir deixar o automóvel, ela passou a pedir ajuda às pessoas que estavam nas proximidades, enquanto o companheiro tentava levá-la de volta à força.

Mulher de 29 anos pediu socorro após sofrer agressões atribuídas ao companheiro na noite de sexta-feira, no bairro do Umarizal. “Não vou pra casa pra apanhar”, gritou a vítima ao resistir à tentativa do suspeito de obrigá-la a retornar ao carro. Moradores impediram que o homem levasse a mulher à força e permaneceram ao lado da vítima até a chegada das autoridades.

Os moradores reagiram rapidamente, cercaram a vítima, impediram a ação do suspeito e permaneceram no local prestando apoio até a chegada das autoridades. A declaração feita pela mulher durante o pedido de socorro chamou a atenção de quem acompanhou a cena e evidenciou o temor de que as agressões continuassem caso ela retornasse para casa.

O homem fugiu antes da chegada da Polícia Militar e, conforme as informações divulgadas, ainda é procurado. Não foram informados o nome do suspeito nem detalhes sobre eventual registro de ocorrência, pedido de medida protetiva ou estado de saúde da vítima após as agressões.

Suspeito foragido e investigação

Testemunhas relataram que esta não teria sido a primeira vez que a mulher foi agredida pelo companheiro. A informação, que ainda deverá ser apurada pelas autoridades, pode indicar um histórico de violência doméstica no relacionamento.

O caso deverá ser investigado para esclarecer as circunstâncias da agressão, identificar formalmente o suspeito e apurar a possível ocorrência de outros episódios de violência. A intervenção dos moradores foi decisiva para impedir que a vítima fosse levada novamente pelo homem e permanecesse exposta a novas agressões.

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