A oportunidade de vestir a camisa do Paysandu foi encarada por Pablo Alcântara, também chamado de Baianinho, como um divisor de águas. Apresentado no último sábado (11), o meia afirmou que desembarca em Belém disposto a aproveitar o maior desafio da carreira e garantiu que toda a atenção está voltada para a campanha bicolor na Série C.
“É uma honra poder vestir a camisa do Paysandu. Temos um objetivo só, que é colocar o clube onde nunca deveria ter saído, na Série B. Vim para agregar aos meus companheiros, aprender com eles e ajudar o elenco”, destacou.
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Emprestado pelo Vitória até o fim da temporada, Pablo fez questão de afastar qualquer pensamento sobre um possível retorno ao clube baiano. Segundo ele, o momento exige dedicação exclusiva ao novo desafio.
“Eu vejo como a única oportunidade da minha vida. Minha cabeça está toda aqui no Paysandu. Vim para jogar, ganhar minutagem e ajudar o clube”, comentou.
Natural de Porto Seguro (BA), o jogador iniciou a trajetória profissional na Jacuipense antes de chegar ao Vitória. Para ele, o caminho percorrido até o futebol paraense serviu como preparação para assumir responsabilidades maiores.
“Minha trajetória foi bem árdua. Aprendi muito nesse processo e hoje chego mais maduro para poder ajudar o Paysandu”, ressaltou.
Questionado sobre as características em campo, Pablo explicou que prefere atuar de maneira ofensiva, mas destacou que o rendimento coletivo sempre estará acima do desempenho individual.
“Gosto de jogar para frente, tenho um bom passe, finalizo bem e procuro chegar bastante na área. Mas o coletivo é sempre o mais importante”, pontuou.
Regularizado no BID da CBF, o meia já reúne condições de estrear diante do Guarani, neste domingo (12). Ele afirmou que o grupo está consciente da importância do compromisso e da necessidade de fazer valer o mando de campo.
“Sabemos que é um jogo difícil, mas estamos em casa. Precisamos nos impor e buscar os três pontos”, exclamou.
Antes de encerrar a apresentação, Pablo também comentou sobre o ambiente que espera encontrar na Curuzu. Acostumado ao apoio da torcida do Vitória, ele acredita que o Paysandu possui uma força semelhante nas arquibancadas.
“São duas torcidas diferenciadas no cenário brasileiro. Elas fazem a diferença e são o nosso 12º jogador. Precisamos muito desse apoio”, finalizou.






