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Morador de Parauapebas morre após ataque de drone na guerra da Ucrânia; caso gera comoção na cidade do Pará

Eduardo Ferreira Sá Alves atuava como voluntário das forças ucranianas e deixa os pais, dois irmãos e uma filha de apenas 2 anos.

Um ataque de drone matou o brasileiro Eduardo Ferreira Sá Alves, morador de Parauapebas, no sudeste do Pará, durante uma operação militar na guerra entre Ucrânia e Rússia. A informação começou a circular na sexta-feira (3) em um perfil ligado a combatentes, e ganhou repercussão em páginas e portais paraenses.

Segundo as publicações consultadas, Eduardo atuava como voluntário ao lado das forças ucranianas e integrava a chamada Brigada A044, vinculada ao 3º Batalhão. Ele participava de uma missão de extração, destinada a retirar militares da linha de frente, quando a posição foi atingida por um drone. O brasileiro não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na área de combate.

Depois da ofensiva, militares ucranianos teriam conseguido recuperar o corpo de Eduardo. Na mesma operação, também foram retirados os corpos de três combatentes colombianos mortos no ataque. Os relatos disponíveis não informam a região exata da Ucrânia onde ocorreu a missão nem a data precisa da morte.

Eduardo Ferreira Sá Alves, morador de Parauapebas, atuava como voluntário das forças ucranianas e morreu após ser atingido por um drone em uma missão de extração militar. A morte do brasileiro já ganhou repercussão em Parauapebas após postagens informarem que ele não resistiu aos ferimentos sofridos na linha de frente da guerra na Ucrânia.

Notícia causa comoção em Parauapebas

A notícia provocou comoção em Parauapebas e foi compartilhada por portais locais e perfis paraenses. Eduardo deixa os pais, uma irmã, um irmão e uma filha de 2 anos. Até o fechamento desta reportagem, não havia informação oficial sobre o traslado do corpo, o velório ou o sepultamento no Brasil.

A reportagem não localizou comunicado público do Itamaraty, da Embaixada do Brasil em Kyiv, da Prefeitura de Parauapebas ou das autoridades militares ucranianas confirmando a morte e a unidade na qual Eduardo servia. Por isso, os detalhes operacionais permanecem atribuídos às publicações e aos perfis que noticiaram o caso.

Repatriação do corpo ainda sem previsão

A invasão russa em larga escala contra a Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022. Desde março daquele ano, o país mantém unidades voltadas à incorporação de combatentes estrangeiros, que passaram a atuar em diferentes frentes e operações militares.

A eventual repatriação depende de procedimentos de identificação, documentação e liberação do corpo pelas autoridades locais, além da articulação consular com a família. Enquanto não houver manifestação oficial, não há previsão para a chegada dos restos mortais de Eduardo a Parauapebas.

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