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Pagamento em dinheiro nos ônibus chega ao fim; veja o que muda para os passageiros

O pagamento em dinheiro dentro dos ônibus municipais deixou de ser aceito após a entrada em vigor da nova política de bilhetagem eletrônica. A medida, anunciada pela prefeitura do Rio de Janeiro em maio de 2026 e implementada em 28 de junho de 2026, faz parte do processo de modernização do transporte público e altera a forma de pagamento das passagens.

Inicialmente, a mudança estava prevista para ocorrer antes, mas a Justiça determinou a ampliação do período de transição para que a população tivesse mais tempo para se adaptar ao novo sistema.

Quais formas de pagamento são aceitas?

Com o fim da cobrança em dinheiro dentro dos ônibus, os passageiros passaram a contar com diferentes alternativas para pagar a tarifa:

Cartão Jaé;

PIX, diretamente nos validadores instalados nos veículos;

Cartões de débito e crédito por aproximação, que começaram a ser implantados durante o período de transição.

A prefeitura informou que, antes mesmo da mudança entrar em vigor, cerca de 95% das passagens já eram pagas por meios eletrônicos.

Por que o dinheiro deixou de ser aceito?

Segundo a administração municipal, a retirada do dinheiro em espécie dos ônibus tem como objetivo aumentar a segurança de passageiros e motoristas, reduzir o risco de assaltos, agilizar o embarque, eliminar a dupla função dos condutores e ampliar a transparência na gestão do sistema de transporte.

PIX começou a ser testado antes da mudança

O pagamento por PIX foi implantado de forma gradual antes da entrada em vigor da nova regra. Os primeiros testes ocorreram na linha 634 (Bananal x Saens Peña) e, posteriormente, a modalidade foi expandida para toda a frota municipal.

Durante a fase inicial, a prefeitura informou que o sistema registrou mais de 1,5 mil embarques via PIX em apenas 48 horas, com tempo médio de 27 segundos por transação.

Rede de atendimento também foi ampliada

Para facilitar a adaptação dos passageiros, a prefeitura expandiu a rede de venda e recarga do cartão Jaé durante o período de transição.

Além das bilheterias do BRT, máquinas de autoatendimento e estabelecimentos credenciados, centenas de bancas de jornal passaram a comercializar e recarregar o cartão.

Embora o dinheiro tenha deixado de ser aceito dentro dos ônibus, ele continua podendo ser utilizado para comprar e recarregar o cartão Jaé nos pontos autorizados.

Arraste para o lado e veja as fotos:

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