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quarta-feira, março 11, 2026

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Irmãos de Bacabal: Mãe de padrasto admite briga e faz revelação

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A mãe de Márcio, padrasto das crianças de Bacabal, falou pela primeira vez para esclarecer boatos sobre o desaparecimento. Foto: Reprodução R7

As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há quase um mês em Bacabal, no Maranhão, continuam com apoio de cães farejadores e recursos tecnológicos de ponta.

Em entrevista ao SBT, Maria do Amparo, mãe de Márcio, padrasto das crianças, falou pela primeira vez para esclarecer boatos que circulam sobre o desaparecimento de Ágatha e Allan.

Ela desmente informações falsas sobre uma suposta rivalidade com a mãe dos meninos, Clarice Cardoso. Maria confirmou que houve um conflito familiar pouco antes do sumiço, mas negou que isso tenha relação com o crime. 

Segundo ela, a confusão aconteceu porque ela não aceitava que o filho tivesse deixado a ex-esposa para ficar com Clarice.

Sofrimento

Na ocasião, ela admitiu ter jogado uma cadeira na cabeça do filho, mas garantiu que jamais agrediu ou ameaçou Clarice com uma foice, como diziam os boatos. 

“O que eu tenho a dizer é que é só mentira, que esse negócio de celular, de internet, isso é só mentira. Eu jamais ia dizer que não gosto dos filhos dela”, afirmou. Ela disse que só passou a conviver com Clarice para oferecer apoio após o desaparecimento das crianças. 

“Tô sofrendo porque eu sou a mãe, sou avó, e eu sei que é a dor de perder um filho assim”, disse dona Maria. O padrasto da criança chegou a ser vítima de boatos que foram desmentidos pelas equipes de investigação.

Notícias falsas

O secretário de segurança pública do Maranhão, Maurício Martins, pediu cautela e reforçou que comentários sem embasamento podem atrapalhar as investigações. “Boatos apenas ampliam a dor da família e prejudicam diretamente os trabalhos de busca”, frisa.

Segundo ele, uma comissão formada por delegados de São Luís, em conjunto com a delegada titular da Delegacia de Bacabal, atua para apurar todos os detalhes levantados ao longo das buscas.

“Todas as pessoas ouvidas até o momento foram chamadas na condição de testemunhas. Qualquer informação diferente disso é falsa. Espalhar boatos ou repassar informações falsas às forças de segurança é crime”, alertou Maurício Martins.

O secretário foi categórico em afirmar que aqueles que espalham boatos podem ser responsabilizados. “Informações oficiais sobre o caso são divulgadas exclusivamente por meio de porta-vozes autorizados ou de notas oficiais”, finaliza.

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