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sexta-feira, março 13, 2026

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Asteroide pode colidir com a Terra com força de 22 bombas atômicas

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Asteroide Bennu Colisão com a terra tem potência de 22 bombas atômicas. Créditos: Rfphoto

A milhões de quilômetros da Terra, um rochedo espacial segue em sua órbita silenciosa, mas repleta de atenção: o asteroide Bennu. Descoberto em 1999, ele se tornou um dos objetos mais estudados do Sistema Solar devido à pequena, mas significativa, possibilidade de colidir com o nosso planeta no futuro – mais precisamente, no dia 24 de setembro de 2182, segundo estimativas da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA).

Apesar da distância temporal, o potencial destrutivo do corpo celeste é motivo de preocupação entre cientistas: o impacto poderia liberar energia equivalente à de 22 bombas atômicas.

A cada seis anos, Bennu faz uma aproximação considerável da Terra, permitindo novas observações e medições. Como parte dos esforços para prevenir este cenário, a NASA enviou uma sonda há 7 anos para Bennu com o objetivo de coletar amostras.

O material vem sendo analisado por especialistas para compreender melhor sua composição e planejar possíveis formas de desvio, caso seja necessário no futuro.

Exemplos históricos dos impactos de asteroides

Os impactos de asteroides na Terra, embora raros, já deixaram marcas profundas na história do planeta. No Brasil, a Cratera de Araguainha, localizada entre Mato Grosso e Goiás, é um dos maiores exemplos: com cerca de 40 km de diâmetro, ela se formou há mais de 250 milhões de anos e é considerada a maior estrutura de impacto da América do Sul, e é a 15ª maior do mundo. 

Já a famosa Cratera de Chicxulub, no México, é apontada por cientistas como o ponto de impacto que levou à extinção dos dinossauros há 66 milhões de anos.

Mais recentemente, em 1908, o evento de Tunguska, na Rússia, devastou mais de 2.150 km² de floresta.

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