Letícia Corrêa/DOL– Em meio às discussões sobre os efeitos das mudanças climáticas e a busca por estratégias que minimizem o impacto das mesmas, ecoa a voz de pessoas que vêm de diferentes ligares do mundo.
Na entrada para uma das maiores conferências climáticas que ocorre em Belém, a COP 30, está a luta por um veganismo que traz na essência a busca pela sobrevivência de povos que sofrem com as consequências climáticas.
A criação de animais em larga escala é um dos maiores responsáveis pelo desmatamento. Para a ativista peruana Sofía Mexicano a busca pelo veganismo provoca essa mudança. “É uma das melhores ações para salvar o planeta. Adotar uma alimentação saudável é uma das melhores atitudes a se fazer pelo planeta.”, afirma.

Oriundos de vários países como Peru, Taiwan, China, Paraguay e outros, o movimento busca aliar a sustentabilidade e à forma como utilizamos os recursos do planeta. A produção de alimentos de origem animal, principalmente carne bovina e laticínios, é uma das principais fontes de gases de efeito estufa.
Com o veganismo, há uma maior eficiência no uso da terra e dos recursos. Isso implica diretamente em regiões como Amazônia, que se utiliza em maior escala da pecuária. Ao adotar esse modo de vida, os ativistas defendem o respeito aos animais à biodiversidade e à natureza.
“O veganismo vem para promover a luta pela mudança do planeta, pelo amor aos animais e à natureza como um todo.”, conclui.
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