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segunda-feira, março 16, 2026

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Diretoria tenta organizar cofre do Paysandu

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Foto: Jorge Luis Totti/PSC

Enquanto o time busca faturar pouco mais de R$ 1 milhão, na quarta fase da Copa do Brasil, nesta terça-feira (17), a diretoria do Paysandu, tendo à frente o presidente Márcio Tuma, tenta colocar ordem nas contas do clube. A investida neste sentido foi iniciada com o pedido de recuperação judicial da agremiação acatado pelo Tribunal de Justiça do Pará. A partir daí, todas as execuções e cobranças individuais contra o clube foram suspensas, conforme determina a legislação. A ação está exigindo um novo modus operandi por parte dos credores do clube.

Aqueles que asseguram ter valores a receber precisam habilitar os créditos diretamente no processo principal da recuperação judicial. Desta forma, o montante da dívida, em princípio, estaria em R$ 16 milhões. O valor, no entanto, pode crescer dependendo do aparecimento de novas dívidas. No bojo da nova situação, alguns casos trabalhistas acabaram sendo afetados. São ações envolvendo profissionais ligados diretamente ao futebol do clube e, outros, a parte funcional da agremiação.

As decisões judiciais determinaram a suspensão das execuções e a emissão de certidões para que os valores sejam incluídos na lista de credores da recuperação. Desta forma, credores que questionam na justiça em processos isolados, precisam habilitar os créditos diretamente no processo principal da recuperação judicial. O objetivo é reunir todas as dívidas em um único procedimento, onde será discutido o plano de pagamento. Com isso, o clube pretende ganhar fôlego para administrar as dívidas.

Ex-presidente fala sobre recuperação judicial

Em entrevista recente, o ex-presidente Roger Aguilera, que renunciou ao cargo, após a queda do clube à Série C do Brasileiro, no ano passado, informou que o pedido de recuperação judicial já havia sido planejado pela sua gestão. Mas, segundo ele, isso acabou não sendo possível em razão de o clube se encontrar em situação difícil, naquele momento, precisando contratar jogadores. “Caso isso tivesse ocorrido, nenhum jogador aceitaria vir para o Paysandu, assustado com a questão”, alegou.

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