Nesta segunda-feira, 10 de novembro de 2025, a cidade de Belém (Pará) abre oficialmente as portas da 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30) e com ela entra em funcionamento a ampla rede de pavilhões e stands que tomarão os dois principais espaços da conferência: a “Zona Azul”, destinada às negociações diplomáticas, e a “Zona Verde”, voltada a exposições, debates e público externo.
De acordo com a organização, a infraestrutura prevê entre 100 e 150 pavilhões nacionais ou temáticos, construídos para fornecer às delegações agenda, visibilidade e espaço para promoção de suas agendas climáticas.
Pavilhões: vitrines da diplomacia e da inovação
Em cada COP, diversos países e organizações instalam estandes (ou pavilhões), uma espécie de vitrines da diplomacia climática e da inovação tecnológica, para apresentar suas ações e estratégias, biodiversidade, tecnologias e oportunidades de investimento. O pavilhão do Brasil, por exemplo, servirá para discussões e debates estratégicos voltados para o meio ambiente e redução das emissões de gases de efeito estufa.
State of Green
Além das delegações nacionais, pavilhões temáticos, como o da World Health Organization (OMS) dedicado à saúde e mudanças climáticas, estão presentes na Zona Azul, reunindo comunidade científica e de saúde global para debater os impactos do aquecimento no bem-estar humano.
Estrutura modular e exposição aberta ao público
Na Zona Verde da COP30, empresas, ONGs e governos poderão participar de stands padronizados ou personalizados.
Cidade-anfitriã e o desafio da visibilidade
Belém, às margens da Amazônia, assume o palco deste debate climático internacional com o simbolismo da floresta tropical e da urgência de preservação ambiental. A escolha da cidade reflete o compromisso brasileiro de destacar a região amazônica como elo central na agenda global de clima.
Os stands e pavilhões vão traduzir essa visibilidade em ação — fornecendo cenários para diálogos entre países, setores produtivos, sociedade civil e comunidades. Cada pavilhão, declinação de cor, painel e estande montado passa a comunicar uma narrativa de colaboração e debate — parte integrante de uma conferência cujo êxito dependerá não apenas de discursos, mas de presença, engajamento e compromisso ambiental.
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