Lucas Contente/DOL – O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que o modelo de Floresta Produtiva pode se tornar uma alternativa eficiente para recuperar áreas degradadas da Amazônia e gerar renda para as comunidades locais.
Em conversa com o DOL nesta segunda-feira (10), antes do início da COP30, no corredor da Blue Zone, o ministro explicou que o projeto prevê o cultivo de espécies como açaí, cupuaçu, cacau, café e guaraná — plantas que contribuem para a recomposição florestal e, ao mesmo tempo, movimentam a economia regional.
“O modelo de Floresta Produtiva garante que os povos nativos possam recuperar áreas degradadas na Amazônia. Essas culturas ajudam a reconstruir a floresta e também geram retorno econômico. Além disso, há a possibilidade de captação de créditos de carbono, o que beneficia as comunidades locais”, afirmou o ministro.
Segundo ele, a proposta pode atrair maior participação do setor privado em ações de mitigação das mudanças climáticas.
“Esse modelo vai estimular uma presença mais forte do setor privado na contenção das mudanças climáticas”, completou.
Protagonismo internacional
Wellington Dias também comentou sobre a presença do Brasil nas negociações internacionais e o papel do país nas parcerias voltadas à preservação ambiental.
“Estamos aqui desde o primeiro dia, assessorando o presidente Lula nas bilaterais e nas agendas com chefes de Estado. O Brasil tem sido procurado por outros países, ministros e organismos internacionais interessados em conhecer nossas experiências e estabelecer novas parcerias”, disse.
O ministro ressaltou ainda que o Brasil pretende fortalecer sua cooperação internacional oferecendo conhecimento técnico e apoio financeiro.
“É um momento importante em que o Brasil se coloca à disposição para colaborar com outros países. Temos a responsabilidade de cumprir nossas metas, preservando as florestas existentes e recuperando áreas que foram degradadas”, concluiu.
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