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sexta-feira, março 13, 2026

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Governo dos EUA faz confusão e revoga visto de repórter do G1 

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Erros públicos podem gerar constrangimentos inesperados, especialmente quando envolvem autoridades e redes sociais, onde uma simples troca de nomes se espalha rapidamente e vira assunto nacional e internacional.

Na última sexta-feira (26), o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a revogação do visto do presidente colombiano Gustavo Petro, mas acabou marcando por engano a conta do repórter brasileiro Gustavo Petró, do g1,portal de notícia da Globo.

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A publicação, foi feita às 23h02, mas foi corrigida cinco minutos depois, informava sobre a confirmação da revogação, mas a confusão se deve à semelhança entre os nomes das contas: @gustavopetro (do jornalista) e @petrogustavo (do político).

Não é a primeira vez que os homônimos são confundidos, uma vez que em 2010, quando Petro ainda era senador, eles já haviam percebido a coincidência. Os dois chegaram a se conhecer e descobriram que são parentes distantes.

“Soubemos que nossa família tem a mesma origem, mas uma parte foi para o Caribe e outra foi para o Sul do Brasil, que é de onde eu sou”, contou Gustavo Petró, repórter do G1.

O incidente gerou repercussão nas redes e preocupação para o jornalista, que teme possíveis impactos em viagens futuras. “Já pensou eu ter que viajar a trabalho para os EUA e não poder entrar porque tive o visto revogado? É uma questão que preocupa um pouco”, afirmou.

Apesar do susto, o departamento americano corrigiu rapidamente a publicação, mas o caso gerou muitas menções nas redes sociais, em sua maioria satíricas, destacando o inusitado erro do órgão governamental.

Relembre o caso

O erro aconteceu após o governo dos EUA anunciar a revogação do visto de Petro por sua participação em uma manifestação pró-Palestina em Nova York, onde o presidente colombiano defendeu a criação de uma força armada global com prioridade de libertar os palestinos.

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Entretanto, em nota oficial, o perfil oficial de Gustavo Petro classificou a medida como um ato “contra as Nações Unidas e contra a luta pela vida da humanidade”.

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