O nome de Túlio Maravilha voltou ao centro das atenções por um processo que se arrasta há mais de uma década na Justiça Federal. Desde 2014, a Caixa Econômica Federal tenta avançar com uma ação judicial para cobrar um empréstimo consignado contratado pelo ex-atacante em 2009.
O entrave, no entanto, não está na existência da dívida, mas na dificuldade de localizar o ex-jogador para que ele seja citado formalmente. Quando a ação foi protocolada, o valor cobrado era de R$ 47.581,13, sem considerar juros e correção monetária acumulados ao longo dos anos.
Para que o processo avance para etapas como bloqueio de valores ou execução da dívida, é indispensável que o réu seja oficialmente comunicado. Sem a citação, o caso permanece ativo, porém sem evolução prática.
Ao longo dos anos, a Caixa buscou endereços ligados ao ex-atleta no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Goiânia, mas não obteve sucesso. Em agosto de 2023, a 4ª Vara Federal de Goiás determinou novas diligências, incluindo solicitações a concessionárias de serviços públicos e empresas de telefonia para obtenção de dados vinculados ao CPF do ex-jogador.
Caso seja citado, Túlio terá prazo de 15 dias para quitar o débito. O banco chegou a pedir que a notificação ocorresse por edital, mas o juízo entendeu que ainda existem alternativas para tentar localizá-lo.
Repercussão nas redes sociais
Paralelamente à questão judicial, o ex-atacante também esteve envolvido recentemente em repercussão nas redes sociais após declarações sobre a decisão da filha de não cursar universidade pública, por ‘princípios familiares’, o que reacendeu debates sobre educação e estrutura das instituições federais.
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