Em Belém desde a primeira semana da Conferência, o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) veio para engrossar o caldo das vozes incisivas na defesa de uma agenda climática que integre Congresso, cidades, oceanos e justiça social. Entre participações de painéis sobre marcos legais e transição energética, o parlamentar concedeu entrevista exclusiva ao Diário do Pará, e fez um diagnóstico direto: o Brasil ainda reage devagar demais à emergência climática.
Gadêlha afirmou que o Congresso permanece preso em interesses econômicos e em uma postura “reativa”, detalhou por que a proteção dos oceanos continua relegada a segundo plano, cobrou urgência na criação de um sistema nacional de prevenção a desastres e apontou a desigualdade como o “ponto cego” da transição energética. Na avaliação dele, Belém oferece ao país uma lição clara: política urbana e clima são inseparáveis — e a adaptação precisa começar de imediato.
Confira a entrevista na íntegra no site do DIÁRIO do Pará:
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