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segunda-feira, abril 15, 2024
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Tiroteio em Moscou, na Rússia, deixa pelo menos 40 mortos

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Vivendo uma Guerra com um país vizinho há pelo menos 2 anos, a Rússia passou por mais um momento triste e difícil de ser entendido rapidamente quando um cenário de horror tomou conta de Moscou nesta sexta-feira (22).Tiros seguidos de um incêndio assolaram o Crocus City Hall, uma sala de concertos de grande porte localizada no oeste da capital russa. Agências de notícias locais e internacionais relataram o incidente, apontando para pelo menos 14 mortos e 100 feridos.CONTEÚDOS RELACIONADOS: Eleições na Rússia: Putin é reeleito com votação recordeRússia lança “número recorde” de drones sobre a UcrâniaSegundo a agência estatal Tassnews, o tiroteio desencadeou uma operação de evacuação coordenada pelos serviços de emergência, com relatos de disparos de armas automáticas e feridos, conforme reportado por um jornalista da agência Ria Novosti.Embora o número total de vítimas não tenha sido oficialmente divulgado, as agências de notícias russas indicaram que ultrapassam 40. Unidades da polícia de choque foram mobilizadas para auxiliar na evacuação e conter a situação.O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, expressou sua consternação diante da tragédia: “Uma terrível tragédia ocorreu no shopping center Crocus City hoje. Sinto muito pelos entes queridos das vítimas”. Garantiu também que toda assistência necessária será providenciada aos feridos.Quer mais notícias do mundo? Acesse nosso canal no WhatsAppRelatos da imprensa local indicam que o tiroteio coincidiu com um incêndio que se propagou no local, conforme vídeos compartilhados nas redes sociais mostram enormes nuvens de fumaça envolvendo o edifício.O Ministério das Relações Exteriores da Rússia classificou o incidente como “um ataque terrorista sangrento”, enquanto o FSB, serviço de segurança nacional, confirmou até o momento “um ataque” que resultou em mortes e feridos.A Casa Branca reagiu ao ocorrido qualificando-o como “terrível”, negando qualquer indício de envolvimento da Ucrânia. O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, declarou aos repórteres: “Não há nenhum indício neste momento de que a Ucrânia ou os ucranianos estivessem envolvidos no ataque. Eu desaconselharia o estabelecimento de um vínculo com a Ucrânia nesta fase inicial”.

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